Ao usar este site, você concorda com o Política de Privacidade e o Termos de Uso.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: Défice foi conseguido “à custa de enorme aumento de impostos”
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. matrícula ERC número 127076

Home - Economia - Défice foi conseguido “à custa de enorme aumento de impostos”

Economia

Défice foi conseguido “à custa de enorme aumento de impostos”

Last updated: 27 de Março, 2019
Redação
Share
6 Min Read
SHARE

Estela Silva / Lusa

O défice orçamental de 2018 ficou nos 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB), abaixo dos 0,6% previstos pelo Governo, divulgou o Instituto Nacional de Estatísticas (INE) esta terça-feira.

Porém, o presidente do PSD, Rui Rio, defendeu que o Governo poderia ter conseguido um défice “substancialmente melhor” e que o resultado de 0,5% foi alcançado “à custa de um enorme aumento de impostos”.

“Este défice é conseguido com a maior carga fiscal que alguma vez incidiu sobre os portugueses, à custa de um enorme aumento de impostos e não de uma gestão eficiente da despesa. Também há uma parte da despesa, mas são cortes à bruta”, apontou, questionado pelos jornalistas, no final de uma reunião de mais de duas horas com a UGT.

“Se não conseguimos equilíbrio orçamental quando a economia cresce, quando é que vamos ter?”, questionou, considerando que essa seria a situação desejável para poder ter défices em períodos de crise. “É um resultado positivo, 0,5% é melhor que 0,6%, mas as condições permitiam um resultado substancialmente melhor”, afirmou.

Também a presidente do CDS-PP, Assunção Cristas, saudou “um défice que melhora as contas” portuguesas, mas criticou a forma como foi alcançado, com recurso a “uma carga fiscal máxima” e “cativações sem precedente”.

“Como o CDS tem dito muitas vezes, saudamos sempre um défice que melhora as contas públicas portuguesas. O nosso problema e a nossa discordância, como aliás já referimos hoje mesmo, tem a ver com a forma como se alcança este resultado”, disse a líder dos centristas aos jornalistas.

À margem de uma iniciativa sobre a saída do Reino Unido da União Europeia, que decorreu no parlamento, em Lisboa, Assunção Cristas considerou que o valor do défice deveu-se a uma fórmula que até agora não era conhecida.

“Aquilo que nós vemos é uma fórmula muito escondida, mas que na verdade hoje conseguimos perceber, que tem a ver com uma carga fiscal máxima, como nunca existiu, e com serviços públicos mínimos, nomeadamente com recurso a cativações sem precedente”, afirmou. Na opinião de Cristas, “este é o resultado que permite estas contas e isso é bom que se discuta e é bom que seja lido com toda a clareza e com toda a transparência”.

“Portugal é um país muito melhor do que há três anos”

O ministro das Finanças, Mário Centeno, afirmou que Portugal está melhor do que há três anos. Em entrevista à SIC, Centeno exemplificou este argumento com o crescimento dos rendimentos das famílias.

“Do ponto de vista daquilo que é Portugal hoje e do que era Portugal há três anos, eu não tenho a menor dúvida de que Portugal é hoje um país muito melhor do que era há três anos. Há um número que talvez tenhamos pouco presente: desde 2015, o conjunto de rendimentos – de salários – que as famílias portuguesas levam para casa ao fim do mês, aumentou 8.100 milhões de euros. É um crescimento de 20%”, ilustrou.

Apesar das melhorias apontadas, Centeno foi também confrontado com a degradação de alguns serviços públicos, admitindo que há deficiências em vários setores que vão continuar a existir. No entanto, garantiu que outras existiam que foram resolvidas.

“Vão continuar a existir porque as deficiências com que Portugal se enfrenta em muitas áreas não vão ser todas resolvidas nesta legislatura. O que posso garantir é que muitas foram as que as verbas existiram para resolver inúmeros casos”, assegurou Centeno.

O ministro das Finanças abordou ainda o tema da carga fiscal, que o Instituto Nacional de Estatística revelou ter atingido o valor mais alto desde 1995. O total das receitas dos impostos e contribuições sociais foi superior a 71 mil milhões de euros em 2018, mas Centeno garante que os contribuintes não foram penalizados.

“Houve uma redução dos impostos e da carga fiscal para o mesmo nível de rendimentos. Em 2018, foram 3.300 milhões de euros em salários pagos aos portugueses. Isto significa que as contribuições sociais cresceram 7,5%, mas como o PIB só cresceu 3,6%, a relação entre estas duas variáveis levou a que pagassem exatamente o mesmo, mas ganhem mais”, explicou Mário Centeno.

O Governo fechou o défice de 2018 nos 0,5% do PIB, adiantou esta terça-feira o Instituto Nacional de Estatística (INE). Os números são melhores do que as anteriores previsões do ministro das Finanças, Mário Centeno, que em fevereiro apontava para um défice de 0,6%.

Segundo a primeira notificação de 2018 relativa ao Procedimento por Défices Excessivos, o défice das Administrações Públicas atingiu 912,8 milhões de euros, o que correspondeu a 0,5% do PIB, abaixo do saldo negativo de 3% registado em 2017.

Fonte: ZAP

TAGGED:Assunção CristasDestaqueEconomiafinançasGovernoNacionalRui Rio
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article Governo no “limite” das nomeações familiares. Marcelo chuta para Cavaco
Next Article Direitos de autor: só seis eurodeputados portugueses (mais um que se enganou) votaram contra
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

Intense wildfire consuming forest trees at night, creating a dramatic and dangerous scene.

Crise climática e política na Amazónia: Estado do Amazonas atinge recorde histórico de fogos sob o governo Lula

A maior floresta tropical do planeta enfrenta uma das suas crises ecológicas mais graves dos últimos anos. De acordo com…

Arouca assinala Dia do Património Cultural Imaterial com foco nas tradições

Museu Municipal promove sessão especial com exibição de documentário e presença da…

Cinfães atribui dez mil euros a associação de Souselo para comprar viatura elétrica

O financiamento municipal cobre quarenta por cento do custo total e promove…

- Advertisement -
Ad imageAd image
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. matrícula ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?