Ao utilizar este site, concorda com a Política de Privacidade e com os Termos de Utilização.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: Fisco fez “reflexão” sobre Operação Stop para apanhar devedores, mas não viu nada de ilegal
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. Registo ERC número 127076

Home - Economia - Fisco fez “reflexão” sobre Operação Stop para apanhar devedores, mas não viu nada de ilegal

Economia

Fisco fez “reflexão” sobre Operação Stop para apanhar devedores, mas não viu nada de ilegal

Last updated: 2 Dezembro, 2019 16:30
Redação
Share
SHARE

(dr) Laura Haanpaa

A forma não foi a ideal, mas não encerrou nada de ilegal. Esta é a conclusão da Autoridade Tributária (AT) quanto à “Operação Stop” realizada numa rotunda de Valongo, no distrito do Porto, para apanhar contribuintes com dívidas fiscais. O processo termina após uma “reflexão” interna e sem quaisquer processos disciplinares.

A Autoridade Tributária (AT) divulgou as conclusões do inquérito realizado à acção do Fisco que decorreu numa rotunda de Valongo, no distrito do Porto, em Maio deste ano. Intitulada “Acção sobre Rodas”, a Operação Stop do Fisco visou “apanhar” contribuintes com dívidas fiscais em plena estrada, prevendo a apreensão de viaturas, no caso de estes não as saldarem.

O inquérito interno aberto e cujas conclusões são agora reveladas nota que houve “uma mobilização de meios desproporcionados” e que a cobrança coerciva poderia ter sido feita usando “meios que evitariam a exposição pública dos trabalhadores da AT e dos executados”. Mas, apesar disso, “as faltas observadas não justificam a instauração de processos disciplinares”, salienta-se no documento publicado no Portal das Finanças.

“Não se observou ilegalidade susceptível de pôr em causa a sua validade, uma vez que, desde que enquadrados em processo de execução fiscal, tais actos são legais e válidos, ainda que sejam realizados externa e pessoalmente junto dos devedores e, se necessário, com o apoio das forças de segurança”, aponta a AT.

O documento também vinca que, embora não haja consequências disciplinares do episódio, a análise permitiu fazer “uma reflexão sobre a necessidade de adopção de medidas que habilitem os serviços centrais da AT a intensificar a coordenação geral e a supervisão de procedimentos executivos de massa ou que possam vir a ter maior exposição pública”. Portanto, fica a lição para o futuro.

A AT ainda esclarece que “a metodologia adoptada consistiu na identificação, por simples controlo visual, de matrículas de veículos em circulação cujos proprietários tinham dívidas em processos de execução fiscal, caso em que os trabalhadores da AT davam indicação aos elementos da GNR para imobilizar as viaturas, ao que se seguia o atendimento dos devedores em postos móveis criados para o efeito, onde era possível validar, em tempo real, através da consulta às aplicações informáticas da AT, a existência de dívidas em condições legais de justificar a penhora de bens ou apreensão de veículos já penhorados e em circulação”.

Em quatro situações, os condutores que foram parados não eram os devedores identificados pela AT, uma vez que a propriedade do carro já tinha sido transferida. Dos contribuintes abordados, 17 já tinham pago as dívidas, mas o sistema informático ainda não tinha essa informação registada, e 2 contribuintes tinham sido “declarados insolventes”.

Do total de 4576 matrículas monitorizadas, as autoridades mandaram parar 93 veículos respeitantes a 88 devedores. “Foram efectuadas 3 penhoras de veículos, 2 apreensões de veículos penhorados que se encontravam em circulação e apresentados no local 17 pedidos de pagamento em prestações e recebidos 40 pagamentos”, revela a AT.

O relatório confirma que a acção foi planeada e executada pela Direcção de Finanças do Porto, cujo responsável da altura, José Oliveira e Castro, se demitiu do cargo na sequência da polémica, mas não revela se as entidades máximas do Fisco tiveram conhecimento dela.

SV, ZAP //

Fonte: ZAP

TAGGED:Direitos CivisEconomiafinançasFiscoNacional
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article Cinfães inaugura iluminação especial de Natal
Next Article Cinfães x Mortágua: Arbitragem acusada após fotografia de suposto ‘golo de mão’ viralizar na internet
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

Castelo de Paiva divulga programação cultural e desportiva entre 12 e 19 de março

O Município de Castelo de Paiva apresentou a programação “Paiva em Agenda”, que reúne um conjunto variado de iniciativas culturais,…

Castelo de Paiva recebe iniciativa “Med On Tour” com exames cardiovasculares gratuitos

O Município de Castelo de Paiva vai acolher, nos próximos dias, o…

Falha na rede elétrica deixa parte de Castelo de Paiva sem luz

A Câmara Municipal de Castelo de Paiva divulgou na manhã desta quinta-feira,…

- Advertisement -
Ad imageAd image

Você também pode gostar

Relação de Lisboa considera ilegais serviços mínimos na greve dos professores

Mário Fernandes / Flickr Mário Nogueira, líder da Fenprof O Tribunal da Relação de Lisboa decidiu que os serviços mínimos…

Bill Gates elenca quatro pilares-chave para combater a pandemia

O co-fundador da Microsoft, Bill Gates, elencou quatro pilares que a sua fundação considera essenciais para combater a pandemia de…

Douro Azul está a recrutar (e oferece salário mínimo acima de mil euros)

DouroAzul/Facebook Viking Hemming e Viking Torgil, os dois novos navios do DouroAzul, chegam ao Porto. A Douro Azul quer recrutar…

ERC instaura processo de contraordenação contra Prisa e Mário Ferreira

DouroAzul / WikimediaO empresário português Mário Ferreira, dono da Douro Azul. A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) abriu…

De Castelo de Paiva para todo Portugal! logo paivense

Regional

  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Paredes
  • Penafiel
  • Tamega e Sousa

Cotidiano

  • Desporto
  • Economia
  • Educação
  • Mundo
  • Política

Saúde

  • Ciência
  • Coronavírus
  • Medicina
  • Saúde e Bem Estar
  • Saúde Pública

Cultural

  • Arte
  • Carnaval
  • Cultura
  • Literatura
  • Música

Mais

  • Beleza
  • Curiosidade
  • Internet
  • Opinião
  • Sociedade

Visão: Relevância, verdade, agilidade, credibilidade e eficiência / Contacto: info@paivense.pt / mf@pressmf.global

© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. Registo ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?