Ao usar este site, você concorda com o Política de Privacidade e o Termos de Uso.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: OPA chinesa à EDP vai a votos (e tem morte anunciada)
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. Registro ERC número 127076

Home - Economia - OPA chinesa à EDP vai a votos (e tem morte anunciada)

Economia

OPA chinesa à EDP vai a votos (e tem morte anunciada)

Last updated: 24 Abril, 2019 14:00
Redação
Share
SHARE

Sede EDP

Os acionistas da EDP reúnem-se esta quarta-feira para a assembleia geral anual. Entre os vários pontos da agenda está a decisão de aceitar ou não a Oferta Pública de Aquisição à empresa do setor energético.

A Oferta Pública de Aquisição da EDP lançada há 11 meses pela China Three Gorges pode conhecer hoje o seu destino – e, diz o ECO, os acionistas preparam-se para rejeitar as condições oferecidas, matando as pretensões chinesas. Ao todo são nove tópicos na agenda para discussão por parte dos acionistas.

A EDP atravessa uma má fase da sua história, com o lucro da empresa a cair 53% no ano passado para 519 milhões de euros. Pela primeira vez desde 1997, a elétrica registou prejuízos de 18 milhões na operação portuguesa. Em compensação, a EDP Brasil e a EDP Renováveis registaram lucros, que evitaram uma queda maior.

A quebra no lucro consolidado acaba por não afetar os acionistas, que, segundo o ECO, vão receber a mesma remuneração do ano anterior. Por decisão do conselho de administração, o dividendo será de 19 cêntimos por ação. O CEO António Mexia decretou ainda que este seria o mínimo para os próximos anos.

“Deliberar sobre os documentos de prestação de contas individuais e consolidadas do exercício de 2018” é o primeiro tópico da assembleia geral. Apesar de abrir com este assunto, o tema principal é a OPA chinesa à empresa, que esta quarta-feira toma uma das decisões mais importantes da sua história.

Será também discutida a aposta nas energias renováveis, que em 2018 foram altamente rentáveis à empresa do setor energético. Aliado a este investimento, a EDP procura ainda diminuir a dívida, aproveitando os lucros para expandir o negócio.

A agenda prevê ainda o pedido de autorização aos acionistas para o conselho de administração da EDP adquirir e alienar ações e obrigações próprias.

O fundo Elliott, que se manifestou contra a OPA da China Three Gorges, sugeriu algumas mudanças, que António Mexia teve em consideração no plano estratégico para o período 2019-22. O plano foi apresentado por Mexia no mês passado, mas, realça o ECO, deixa em aberto um programa de recompra de ações de 1,2 mil milhões de euros.

A polémica recente com os elevados salários dos gestores das empresas do PSI-20, entre os quais Mexia foi listado como o CEO mais bem pago, levou a que sejam discutidos também na assembleia geral as propostas da comissão de vencimentos para os salários dos membros do conselho de administração executivo.

O futuro incerto da EDP

A Assembleia Geral da EDP está sem presidente há nove meses, após António Vitorino ter renunciado ao cargo. O novo presidente da AG deverá ser Luís Palha da Silva, atual presidente executivo da Pharol. A China Three Gorges é uma das entidades acionistas que apoia a eleição do gestor.

A muito provável eleição de Palha da Silva põe então fim a um período de nove meses sem presidência na Assembleia Geral e a um desentendimento entre os acionistas sobre quem deveria assumir o cargo. Pode também ser decisivo para a decisão de terminar (ou não) com a OPA.

A Oferta Pública de Aquisição será o último e mais importante ponto da agenda a ser discutido. O ECO explica ainda que o fundo Elliott pediu que seja votado o fim da limitação de 25% aos direitos de voto dos acionistas. O fundo norte-americano mostrou-se contra a alteração.

A CMVM já informou que, se os acionistas apoiarem o fundo Elliott, a OPA pode ser extinta. Isto porque a desblindagem dos estatutos é um dos requisitos para a oferta avançar, de forma a que haja uma isenção daqueles que venham a controlar ou a ser controlados pela oferente. A CTG concorda e admite que a OPA pode cair, caso isto se verifique.

Fonte: ZAP

TAGGED:ChinaEconomiaEDPEnergiaNacional
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article Governo aprova IVA a 6% na luz (mas a factura quase não baixa)
Next Article No feriado de 25 de Abril, banda de Fornos apresenta concerto na AMCP
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

Cinfães: Programa formativo online debate os desafios e o apoio na juventude

O município de Cinfães, em parceria com a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, vai dar continuidade ao seu programa…

Castelo de Paiva: 40.ª edição dos Jogos Desportivos inicia com tributo ao movimento associativoCastelo de Paiva assinalou o 25 de Abril

com o arranque da 40.ª edição dos Jogos Desportivos e Culturais, evidenciando…

Uma tragédia marcou o concelho de Castelo de Paiva na tarde de segunda-feira, com a morte por afogamento de um jovem de 23 anos, residente em Penafiel.

A vítima, Joary Viegas d’Abreu de Monte Cristo, natural de São Tomé…

- Advertisement -
Ad imageAd image
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. Registro ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?