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Home - Coronavírus - Vêm aí os primeiros ventiladores made in Portugal (e viseiras para médicos feitas em fábrica de autoclismos)

CoronavírusEconomia

Vêm aí os primeiros ventiladores made in Portugal (e viseiras para médicos feitas em fábrica de autoclismos)

Last updated: 31 Março, 2020 11:30
Redação
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Brais Lorenzo / EPA

A indústria portuguesa está a fazer um esforço para se adaptar às restrições provocadas pela pandemia de Covid-19, contribuindo, ao mesmo tempo, para ajudar a produzir equipamentos que fazem falta nos hospitais. É o que está a acontecer com os ventiladores, graças a um projecto coordenado pelo CEiiA – Centro de Engenharia e Desenvolvimento.

Portugal vai começar a produzir ventiladores já neste mês de Abril. Num projecto que resulta de uma parceira entre o CEiiA, o anterior Centro Tecnológico da Indústria do Automóvel e da Aeronáutica, e a indústria portuguesa, vão ser fabricados os primeiros 100 ventiladores made in Portugal neste mês de Abril. Em Maio, estão previstos mais 400 ventiladores, seguindo-se a produção de mais 10 mil ventiladores nos seis meses seguintes.

Estes números foram avançados durante uma visita de António Costa ao CEiiA, depois de o primeiro-ministro ter dito no Parlamento que o Centro Tecnológico estava a transformar-se de forma a conseguir produzir um protótipo de ventilador.

Os hospitais públicos portugueses têm apenas cerca de mil ventiladores disponíveis para os infectados com Covid-19. O esforço de produção de ventiladores em Portugal é fundamental para poder apetrechar o Serviço Nacional de Saúde (SNS) com recursos necessários para poder tratar os pacientes mais graves.

Também há indústrias do sector têxtil e do vestuário nacional a reconfigurarem-se de modo a produzir equipamentos de protecção para os profissionais de saúde, como é o caso da empresa Evidente Lilás, de Leiria, que está a fabricar batas cirúrgicas e protecções para calçado em TNT, um material impermeável e resistente.

António Costa também visitou o Centro Tecnológico das Indústrias do Têxtil e do Vestuário (CITEVE), em Famalicão, que criou uma espécie de manual de instruções para as empresas que queiram substituir a sua produção normal pelo fabrico de equipamentos de protecção individual como toucas, máscaras e batas.

Em Aveiro, a empresa OLI, a maior produtora de autoclismos do sul da Europa, está a adaptar a tecnologia de injecção de plástico ao design de uma viseira de protecção que foi desenvolvido por um projecto colaborativo a nível universitário que envolveu o INEGI – Instituto de Engenharia Mecânica e Gestão Industrial da Universidade do Porto.

Na fábrica de Aveiro estão a ser feitos suportes de viseira para proteger os profissionais de saúde. As primeiras unidades vão chegar aos hospitais a 6 de Abril, sendo doadas a unidades das regiões de Lisboa, do centro e do norte. A produção terá capacidade para 20 mil unidades por semana.

A empresa aveirense exporta, habitualmente, para 80 países e tem uma filial na Lombardia, uma das regiões de Itália mais afectadas pelo coronavírus. Planeia agora sondar precisamente Itália e também Espanha para averiguar a possibilidade de também lhes oferecer as viseiras de protecção para médicos.

Também a Autoeuropa, cuja produção automóvel está parada até 12 de Abril, está a fabricar viseiras para doar a hospitais. Alguns trabalhadores quiseram ajudar o país nesta época difícil e estão a sair cerca de 100 viseiras por dia da fábrica, segundo refere o Jornal Económico.

Outras empresas portuguesas, em diversos sectores de actividades, também têm estado a contribuir para combater a Covid-19, adaptando as suas produções para contribuir para ajudar no controle da pandemia.

A Super Bock é outro exemplo de uma empresa que decidiu transformar-se para converter o álcool de cerveja em gel desinfectante para oferercer ao SNS.

Fonte: ZAP

TAGGED:CoronavirusDestaqueEconomiaempresasIndústriaInovação
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