Ao usar este site, você concorda com o Política de Privacidade e o Termos de Uso.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: O coronavírus que chegou a Espanha não é igual ao que saiu de Wuhan
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. matrícula ERC número 127076

Home - Ciência - O coronavírus que chegou a Espanha não é igual ao que saiu de Wuhan

CiênciaCoronavírusMundo

O coronavírus que chegou a Espanha não é igual ao que saiu de Wuhan

Last updated: 19 de Março, 2020
Redação
Share
4 Min Read
SHARE

ben / Flickr

Coronavírus: SARS-CoV-2, o vírus que causa a Covid-19

Uma equipa de investigação espanhola conseguiu sequenciar o genoma do novo coronavírus que contagiou três pessoas em Valência, detectando mutações relativamente ao que foi sequenciado em Wuhan, na China. Isto indicia que o vírus que provoca a Covid-19 pode ter sofrido mutações à medida que se foi espalhando pelo mundo.

Investigadores espanhóis da Universidade de Valência e da Fundação para o Fomento da Investigação Sanitária e Biomédica da Comunidade Valenciana conseguiram identificar os primeiros genomas completos do vírus que provoca a Covid-19 a partir de amostras retiradas de pessoas infectadas em Valência, cidade onde se verificou a primeira morte em Espanha relacionada com a pandemia.

Deste modo, foi possível confirmar que o genoma identificado em Espanha diverge do que foi identificado por cientistas chineses e divulgado a 14 de Janeiro passado, como avança o jornal El Confidencial.

A investigação sugere, assim, que o vírus sofreu mutações à medida que se foi espalhando pelo mundo.

“O genoma do vírus está em contínua mutação e é isso, justamente, que nos permite seguir a sua trajectória em diferentes países e rotas de transmissão”, refere ao El Confidencial o professor de Genética Fernando González que esteve envolvido na pesquisa.

A sequenciação dos genomas do vírus a partir das amostras retiradas aos três pacientes difere “em seis mutações”, num caso, e “em nove”, nos outros dois, relativamente ao “vírus originalmente sequenciado em Wuhan”, explica González, frisando que isto “é normal” porque “quase todos os vírus que foram sequenciados, até ao momento, apresentam algumas diferenças com o primeiro”.

O que foi isolado no Brasil é o que “tem mais mutações” relativamente ao primeiro, respectivamente 16, esclarece o cientista.

Vários laboratórios em todo o mundo estão a construir uma base de dados global com as informações sobre os diversos genomas sequenciados, uma forma de poder analisar melhor as vias de transmissão e de detectar as diferentes linhagens do coronavírus. Em Portugal, o Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge já conseguiu também sequenciar o genoma do coronavírus associado aos dois primeiros casos de Covid-19 que foram detectados no nosso país.

A capacidade de mutação do vírus é um factor que ainda está a ser estudado e cuja compreensão será essencial para desenvolver uma vacina contra ele.

A sequenciação do genoma feita em Espanha permitiu detectar que os contágios de Valência tiveram como origem Itália. “O problema, de momento, é que há disponíveis muito poucos genomas do vírus procedentes de Itália e suspeita-se que a origem lá não é única, mas que se estabeleceram, pelo menos, duas linhagens desde a China”, salienta González.

Já se tinha avançado que a versão que proliferou por Wuhan tinha tido duas mutações, uma variante L mais agressiva e mais letal e que foi mais prontamente detectada pelas autoridades, e uma variante S que provoca sintomas mais leves e que, portanto, passou um pouco indetectada, mesmo que continuasse contagiosa.

Há estudos que avançam que 86% dos casos podem ter passado indetectados precisamente por terem a variante S.

Os investigadores espanhóis acreditam que o vírus que percorre o país vizinho é, basicamente, o mesmo. Mas para ter a certeza é preciso sequenciar o genoma de outras amostras para tirar conclusões.

TAGGED:Ciência & SaúdeCoronavirusDestaqueEspanhaGenéticaInvestigaçãoMundo
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article Taxa de juro do crédito à habitação está, pela primeira vez, abaixo de 1%
Next Article Brasil avança na vacina contra o coronavírus
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

Penafiel abre período de candidaturas para a sua nova residência universitária

Penafiel, Portugal – Os estudantes que elegeram Penafiel para o seu percurso académico no ensino superior têm, a partir de…

Cinfães viveu a intensidade da 6.ª etapa da Volta a Portugal nas estradas do concelho

O pelotão atravessou várias freguesias sob o aplauso constante de centenas de…

Cinfães cria equipa multidisciplinar para monitorizar a qualidade da água no concelho

Grupo de trabalho estreou-se na biblioteca municipal com o objetivo de assegurar…

- Advertisement -
Ad imageAd image
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. matrícula ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?