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Home - Ambiente - Habitantes de Castelo de Paiva cobram soluções para as minas que continuam a arder

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Habitantes de Castelo de Paiva cobram soluções para as minas que continuam a arder

Last updated: 17 Dezembro, 2018 19:01
Redação Paivense
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“Estamos a tentar resolver a questão no mais curto espaço de tempo possível. Em termos técnicos, não há outra solução”. Estas foram as palavras de Gonçalo Rocha, presidente da Câmara, referindo que a autarquia tem acompanhado a situação das minas que continuam a arder, ainda sem solução.

Os problemas em relação as antigas minas são mais complexos do que o previsto. A extinção do terceiro e último foco de combustão subterrânea, na zona da Serrinha, atribuída à Empresa de Desenvolvimento Mineiro (EDM), tem obrigado ao empenho de meios mais significativos, porque a combustão ali é mais intensa devido à maior quantidade de carvão no subsolo. Essa dificuldade obriga negociação de terrenos próximos para a colocação de meios técnicos pesados afectos aos trabalhos em curso, nomeadamente, maquinaria, para tentar debelar a combustão.

A cada remexida das máquinas, na tentativa de parar um fogo que ninguém vê, há fumo, pó, crepitar e cheiro a enxofre que preenchem o ar. Parte dos efeitos já se sentia desde os incêndios de outubro do ano passado, mas a situação agravou-se quando começaram, há cerca de dois meses, os trabalhos para tentar extinguir o foco de combustão que ainda se mantém na escombreira no Alto da Póvoa, em Pedorido, Castelo de Paiva. A população desespera e está preocupada com futuros efeitos na saúde.

Um habitante da regiao, que mora a aproximadamente 300 metros das minas, afirma que o cenário é sempre igual. “Toda vez que remexem ali há fumo, cinza e cheiro a enxofre que com o vento chega até às casas”. O mesmo reporta que há dois meses vê a chegada de pessoas para tratar do problema, mas que só conseguiram tratar uma pequena parte, que também continua a arder. Quando começaram os trabalhos, os engenheiros detetavam 60% a 70% de enxofre no ar, afirma.

A terra continua a arder nas Minas do Pejão, em Castelo de Paiva. Caso segue sem solução imediata

Os habitantes preocupam-se com o cheiro, o pó e o mal que isso possa fazer à saúde. Se a combustão chegar ao filão de carvão que ainda ali existe, a situação pode piorar, de acordo com os mesmos: “Não resolve-se nada em um estalar os dedos, mas é preciso resolver o problema. A população não recebe sequer informações sobre a situação nem tampouco os cuidados que deve-se ter. Não temos nenhum tipo de assistência”, queixa-se.

Em resposta às questões enviadas à EDM, que está a conduzir os trabalhos para extinção dos focos de combustão, o Ministério do Ambiente lembra que já foram extintos dois focos, mas salienta que este apresenta “uma maior complexidade, pela volumetria e pela temperatura dos materiais em combustão, pela maior distância às origens de água, e pela limitação de área livre para a mobilização das escombreiras”.

A previsão atual é para que os trabalhos, de mobilização parcial das escombreiras, para acesso aos materiais em combustão, e extinção e compactação provisória nas plataformas adjacentes às escombreiras, se prolonguem por mais quatro meses, diz o Ministério. Nessas operações, adiantam, já foram investidos cerca de 600 mil euros, desde fevereiro de 2018, e está em curso um novo procedimento de contratação pública de cerca de 900 mil euros.

A EDM afirma estar a monitorizar a qualidade do ar em contínuo, designadamente, no que respeita ao dióxido de enxofre e às partículas, refere o Ministério.

Não houve, no entanto, qualquer tipo de comentário sobre os impactos na saúde dos moradores nem os cuidados que devem ser tomados pelos mesmos.

Recorde-se que depois dos incêndios, havia quatro focos de combustão limitados a materiais das escombreiras. Dois foram extintos e um acabou por se autoextinguir.

TAGGED:arderCastelo de Paivacombustãocombustão de resíduos de antiga minaEDMenxofreMinas do Pejãopó
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