Ao usar este site, você concorda com o Política de Privacidade e o Termos de Uso.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: Maioria dos jovens em Portugal não consegue arrendar ou comprar casa
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. Registro ERC número 127076

Home - Notícias - Maioria dos jovens em Portugal não consegue arrendar ou comprar casa

Notícias

Maioria dos jovens em Portugal não consegue arrendar ou comprar casa

Last updated: 27 Fevereiro, 2018 14:14
Redação
Share
SHARE

A maioria dos jovens em Portugal não consegue arrendar ou comprar casa devido aos empregos precários e a um mercado de habitação com preços muito elevados, segundo um relatório da Cáritas Europa, que é divulgado esta terça-feira em Lisboa.

“Os preços da habitação em Portugal, quando comparados com a média dos valores dos rendimentos, são desproporcionados. Os jovens precisam de um futuro”, refere o estudo, que descreve os principais desafios relacionados com a pobreza e a exclusão social entre os jovens em Portugal.

O desemprego, os empregos precários, os contratos irregulares e os baixos salários fazem com que seja “muito difícil” um jovem conseguir suportar os custos de habitação, alerta o documento.

“Assim sendo, os jovens não se comprometem com o arrendamento ou compra de habitação”, salienta o documento, que destaca um estudo do Núcleo de Observação Social da Cáritas Portuguesa (NOS), segundo o qual “a situação da habitação tornou-se incontrolável”, apesar de algumas medidas implementadas,

Segundo o estudo, o preço das casas antigas sofreu um novo aumento (9,2%), mais elevado que o preço das casas novas (3,5%) subindo em média 7,1% em 2016 e 7% apenas no primeiro trimestre de 2017”.

A maioria das habitações sociais precisa de obras, estimando-se que os custos superem os 50 milhões de euros, refere o documento, observando ainda que a oferta de casa para os grupos mais vulneráveis “praticamente desapareceu”.

Em declarações à agência Lusa, o presidente da Cáritas Portuguesa, Eugénio Fonseca, adiantou que “a autonomia dos jovens é adquirida cada vez mais tarde”.

“A autonomia passa muitas vezes por uma vida independente que é ter habitação própria e os jovens com o dinheiro que auferem não têm acesso à habitação, as rendas são muito elevadas”, disse Eugénio Fonseca, sublinhando que, nos últimos anos, o valor das rendas em bairros antigos aumentou 20%.

Para ultrapassar este problema, o relatório recomenda aos decisores políticos que facilitem a “habitação a preços acessíveis para os jovens de acordo com os seus rendimentos e proporcionar-lhes a oportunidade de iniciar uma vida independente”.

O relatório alerta ainda para o desemprego jovem, afirmando que “é um flagelo que atinge muitas famílias, e acima de tudo, condiciona os sonhos e aspirações da juventude em Portugal” e “compromete o futuro do país”.

“As oportunidades de emprego e os níveis salariais diminuíram acentuadamente desde a crise financeira de 2008. Portugal regista ainda um elevado nível de desemprego jovem, muitos deles emigraram a as habilitações de nível superior não estão a ser valorizadas pelo mercado de trabalho”, sublinha.

Analisando o relatório, Eugénio Fonseca disse que este aponta para “a necessidade de uma maior articulação e de acompanhamento das políticas sectoriais”.

“Há que identificar os atores que têm intervenção direta na superação das causas da pobreza”, disse, defendendo que essa responsabilidade não pode apenas ser entregue ao Ministério do Trabalho, da Solidariedade e da Segurança Social”.

Segundo o presidente da organização, “todas as preocupações colocadas no relatório foram cruzadas com as preocupações europeias”.

“Situámo-nos naquilo que nos parece ser a pobreza mais preocupante no domínio dos jovens que é a educação, a habitação e o trabalho”, vincou.

Eugénio Fonseca explicou que as propostas apresentadas já têm em conta algumas medidas que os governos têm implementado em Portugal, mas também a experiência dos 20 países da Europa que cooperaram na elaboração do relatório”.

TAGGED:arrendamentocasacasa própriaempregosalários
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article Detido suspeito de matar duas pessoas em Vila Nova de Gaia
Next Article Comemorações de Semana Santa arrancam com exposição em Amarante
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

Professionals in yellow PPE suits attending to a procedure outdoors for safety training.

Surto de vírus hemorrágico no Congo chega à França e coloca autoridades em alerta máximo

O paciente, um médico recém-chegado de África, encontra-se sob isolamento rigoroso num hospital especializado

Penafiel acolhe testemunho de superação e resiliência com Paulo Azevedo em julho

O evento de entrada livre explora a capacidade humana de transformar dificuldades…

Marco de Canaveses investe 391 mil euros na requalificação de 16 ruas em sete freguesias

Autarquia reforça a segurança rodoviária com uma intervenção global que já abrange…

- Advertisement -
Ad imageAd image
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. Registro ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?