Ao usar este site, você concorda com o Política de Privacidade e o Termos de Uso.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: Redução do período máximo de fidelização nas comunicações em debate no Parlamento
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. Registro ERC número 127076

Home - Notícias - Redução do período máximo de fidelização nas comunicações em debate no Parlamento

NotíciasPaís

Redução do período máximo de fidelização nas comunicações em debate no Parlamento

Last updated: 6 Abril, 2018 23:10
Redação
Share
SHARE

Destes documentos, que visam garantir a defesa dos consumidores, os do PAN e do PEV são os que preveem uma mudança maior, ao pretenderem que “a duração total do período de fidelização nos contratos de prestação de serviços de comunicações eletrónicas celebrados com consumidores não possa ser superior a seis meses”.

Ainda assim, admitem que, “excecionalmente, se possam estabelecer períodos adicionais de fidelização até ao limite de seis meses”.Por seu lado, o BE quer “limitar o poder discricionário das operadoras de telecomunicações”, estipulando que estes contratos de fidelização não ultrapassem “um período de duração inicial superior a 12 meses”.

A Associação dos Operadores de Comunicações Eletrónicas (APRITEL) defendeu, entretanto, que estes projetos “não fazem qualquer sentido”.Em comunicado, a APRITEL argumenta que esta mudança na Lei das Comunicações Eletrónicas, que estipula um limite de dois anos para contratos de fidelização, “não tem justificação porque a lei já obriga os operadores a disponibilizarem serviços em todas as modalidades de prazos e a comunicá-los de forma bastante clara”.

Desde meados de 2016 que as operadoras de telecomunicações são obrigadas a ter contratos sem qualquer tipo de fidelização ou com seis e 12 meses de fidelização para toda a oferta comercial, além da opção dos 24 meses, possibilidade que não existia.Essa obrigação resultou de alterações à Lei das Comunicações Eletrónicas relativas à fidelização, diploma que os partidos querem voltar a mudar.Isto porque os novos tarifários “sem fidelização ou com prazos mais curtos não representam verdadeiras alternativas, uma vez que são bastante mais caros”, nota o deputado do PAN, André Silva, no documento deste partido.

Também o PEV assinala que “o objetivo que a lei procurou garantir fica completamente subvertido”, já que “as operadoras encarecem muitíssimo o serviço no caso de o utilizador optar por um período de fidelização mais curto, envolvendo encargos que levam os utilizadores a acabar por não ter outra opção sustentável que não seja mesmo a de cederem a um período de fidelização de dois anos”.

Para o partido ecologista, o período de seis meses agora proposto é “mais do que suficiente — e até sobrante — para a empresa não ter qualquer tipo de perdas relacionadas com os custos aplicados em equipamento e na instalação de um serviço”.

Com o seu projeto de lei, o BE pretende ainda “reforçar os direitos dos consumidores”, obrigando “os operadores a facultarem informação detalhada sobre as várias componentes de preço, dos custos de resolução do contrato, do valor dos equipamentos subsidiados e dos motivos que fundamentam a existência de período mínimo de fidelização”, para assim aumentar a “transparência e segurança dos consumidores”.

Na reunião plenária, os partidos vão também debater um projeto de resolução do PS para que o Governo crie uma ficha de informação simplificada de serviços de comunicações eletrónicas, documento com “caráter informativo e objetivo” que permitirá “aos consumidores ficarem cientes do que estão a contratar”.

Segundo a bancada socialista, esta ficha possibilitaria ainda que os consumidores conhecessem as consequências e montantes a pagar caso pretendam denunciar o contrato antes do prazo acordado.Em cima da mesa estará ainda um documento do PSD para a “aclaração de alguns conceitos e redações” na lei, incutindo desde logo “uma única designação ao longo de todo o diploma legal, a de ‘utente'”, isto é, de uma pessoa singular ou coletiva que faz contrato com a operadora.

Lusa

Fonte: SIC

TAGGED:país
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article Crónica: A regionalização em Portugal, uma reforma adiada?
Next Article Circulação normalizada na Linha da Beira Alta após descarrilamento
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

Castelo de Paiva: 40.ª edição dos Jogos Desportivos inicia com tributo ao movimento associativoCastelo de Paiva assinalou o 25 de Abril

com o arranque da 40.ª edição dos Jogos Desportivos e Culturais, evidenciando o forte espírito associativo do município. A autarquia…

Uma tragédia marcou o concelho de Castelo de Paiva na tarde de segunda-feira, com a morte por afogamento de um jovem de 23 anos, residente em Penafiel.

A vítima, Joary Viegas d’Abreu de Monte Cristo, natural de São Tomé…

A Caminhada da Família voltou a afirmar-se como uma iniciativa de forte adesão comunitária em Cinfães

reunindo cerca de 150 participantes numa manhã dedicada ao exercício físico, ao…

- Advertisement -
Ad imageAd image
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. Registro ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?