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Home - País - Carlos Alexandre meteu “pé na argola”. Há novas dúvidas na escolha do juiz do caso Sócrates

País

Carlos Alexandre meteu “pé na argola”. Há novas dúvidas na escolha do juiz do caso Sócrates

Redação
Last updated: 22 Outubro, 2018 13:30
Redação
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José Sena Goulão / Lusa

O juiz Carlos Alexandre

As suspeitas que Carlos Alexandre lançou sobre a escolha do juiz que vai liderar a fase de instrução da Operação Marquês, feita por via electrónica, podem ter-se virado contra si próprio, lançando dúvidas sobre a forma como foi seleccionado para a fase da investigação do processo.

O Conselho Superior da Magistratura (CSM) está a investigar a distribuição de processos no Tribunal Central de Instrução Criminal (TIC). Um dado que surge depois de Carlos Alexandre, que liderou a fase de investigação da Operação Marquês, que tem como principal arguido o ex-primeiro-ministro José Sócrates, ter lançado suspeitas quanto à distribuição electrónica do caso para a fase de instrução, que foi entregue a Ivo Rosa, o outro juiz do TIC.

Numa entrevista à RTP, Carlos Alexandre questionou o sorteio, considerando que “há uma aleatoriedade que pode ser maior ou menor consoante o número de processos de diferença que exista entre mais do que um juiz”.

Mas essas declarações “parecem ter-se virado contra ele próprio“, como aponta o Expresso, realçando que o CSM está também a analisar a forma como a Operação Marquês chegou às mãos de Carlos Alexandre, na fase de investigação.

Este processo, que é o mais mediático da história recente da justiça portuguesa, foi sorteado manualmente a 9 de Setembro de 2014, ficando entregue a Carlos Alexandre, um dia depois de ter sido feito um sorteio informático.

O CSM alegou, na altura, que o sorteio foi manual por não poder ser feito por via electrónica, “dados os problemas de funcionamento que determinaram o encerramento do Citius em Setembro de 2014″, como cita o Expresso.

Todavia, um dia antes, ou seja, a 8 de Setembro de 2014, foi feito o sorteio electrónico de um processo, o que choca com o argumento avançado pelo CSM.

O Expresso nota que entre Setembro e Outubro de 2014, foram sorteados electronicamente quatro processos em 115 distribuições efectuadas.

“O facto de ao longo desses dois meses o software de distribuição informática de processos ter sido usado com sucesso em quatro ocasiões — a 1, 8 e 12 de setembro e a 8 de outubro — parece contradizer o que o CSM tinha divulgado”, aponta o Expresso.

O CSM já terá ouvido Carlos Alexandre no passado dia 9 de Outubro, a propósito das suas declarações à RTP.

“É melhor a decidir do que a falar”

Comentando as suspeitas lançadas pelo magistrado que é conhecido como o super-juiz, por ter tido nas mãos alguns dos casos mais importantes da justiça portuguesa dos últimos anos, Marques Mendes considera que ele é “melhor a decidir do que a falar”.

“Sempre que abre a boca para dar uma entrevista mete o pé na argola“, considera o comentador político no seu espaço de opinião no Jornal da Noite da SIC. Marques Mendes entende que Carlos Alexandre “fez um mau serviço à justiça e a si próprio” com as declarações que prestou.

Além disso, Marques Mendes diz que o juiz acabou também a dar razão aos que o acusam de ter uma obsessão pelo processo Operação Marquês.

Certo é que as dúvidas lançadas por Carlos Alexandre, que acabam por questionar também a forma como o caso lhe foi entregue, podem ter implicações nas decisões que tomou, caso se comprovem irregularidades.

As defesas de José Sócrates e de Armando Vara, dois dos arguidos da Operação Marquês, argumentam precisamente que houve irregularidades na distribuição do caso a Carlos Alexandre, solicitando a nulidade de todas as decisões que tomou desde a data do sorteio manual, a 9 de Setembro de 2014.

Fonte: ZAP

TAGGED:Carlos AlexandrecorrupçãoJosé SócratesJustiçaNacional
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