Ao usar este site, você concorda com o Política de Privacidade e o Termos de Uso.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: IPO de Lisboa gasta um milhão de euros por semana em medicamentos
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. Registro ERC número 127076

Home - País - IPO de Lisboa gasta um milhão de euros por semana em medicamentos

País

IPO de Lisboa gasta um milhão de euros por semana em medicamentos

Last updated: 24 Dezembro, 2018 15:00
Redação
Share
SHARE

Global Panorama / Flickr

A despesa com medicamentos tem “crescido muito depressa”, representando cerca de um milhão de euros por semana no IPO de Lisboa, segundo o seu presidente, que defende regras para travar os preços dos novos fármacos.

Em 2016, o instituto gastou 37 milhões de euros em medicamentos, em 2017, 40 milhões e este ano vai aproximar-se dos 50 milhões de euros, ou seja, cerca de um milhão de euros por semana em medicamentos, afirmou em entrevista à agência Lusa o novo presidente do IPO de Lisboa, João Oliveira, que assumiu o cargo em novembro.

“A despesa com os medicamentos tem crescido muito depressa, e não é só no instituto de oncologia, mas na oncologia particularmente, e tem sido muito difícil uma previsão feita agora é muitas vezes falseada nos meses que se seguem de uma maneira completamente imprevisível”, adiantou o médico oncologista.

João Oliveira advertiu que esta tendência vai continuar “se não houver possibilidade, tanto a nível nacional como a nível interestadual na Europa, de criar algumas regras à forma como o preço dos novos medicamentos vem aumentando, nem sempre em correspondência com a valia que têm”.

“Existe uma noção que não tem sido contrariada de que tudo o que é novo é forçosamente muito bom e, portanto, merece ser muito caro, mas não é verdade”, frisou. No seu entender, “é muito importante” que “uma grande instituição, como é o SNS, tenha capacidade para distinguir o que é de facto uma grande inovação e uma terapêutica, que merece um preço elevado, e coisas que vão à boleia das inovações só porque apareceram na mesma altura e que não justificam uma despesa tão grande”.

“Mas isto é uma capacidade que tem que ser criada intrinsecamente, não é uma coisa que se beba na Europa, cada país e quase que cada instituição tem as suas particularidades e tem que ter a sua capacidade de avaliação”, sustentou. Questionado se há pressão por parte da indústria a da própria sociedade para os hospitais adquirirem medicamentos inovadores, o administrador afirmou: “Claro que há pressão”.

“Há pressão” porque as pessoas dão “muito valor aos medicamentos e, por isso, é muito fácil que se crie uma opinião de que, ao considerar que determinado medicamento não é tão bom como as expectativas o davam, se está a ter uma atitude financeirista, mas não é o caso, é mesmo uma questão de distinguir as pressões de caráter comercial das pressões de caráter médico e isso não é sempre fácil”.

Para o administrador, é preciso separar o que “é imperativo usar porque vai de facto mudar a vida das pessoas” do que está “a ser promovido de uma maneira puramente comercial”.

“Mas essa é uma distinção que precisa de know-how médico e de outras profissões e que tem que ser consignada e reconhecida” e que “não se resolve a nível de uma instituição única”, disse, defendendo que terá de ser o SNS, com a escala e a dimensão que tem e com a sua capacidade de avaliação, “distinguir o essencial do acessório”.

João Oliveira reconhece ainda que tem sido “muito difícil” fixar os melhores profissionais, lamentando não haver forma de os premiar além do reconhecimento profissional. O novo presidente do IPO de Lisboa disse que “tem havido sempre uma certa drenagem de profissionais para o privado”, defendendo que é preciso encontrar formas mais eficazes para os reter.

“Não é novidade para ninguém que os serviços públicos neste momento têm dificuldades em manter os seus quadros, nomeadamente na saúde, a competição com o setor privado é muito grande e os argumentos para retermos os melhores profissionais não são muitos e isso obriga-nos a ser imaginativos e sobretudo a tratarmos bem as pessoas”, adiantou.

Questionado sobre como se gere um aumento de doentes com falta de recursos humanos, João Oliveira disse que é “com dificuldade”, tentando “hierarquizar muito bem as coisas que são indispensáveis daquelas que possam ser menos necessárias, mas o que tem acontecido é um grande aumento da carga de trabalho a todos os níveis”.

Falando sobre as listas de espera, o presidente do IPO disse que a instituição tem conseguido cumprir os tempos máximos de resposta parcialmente, não com todos os doentes. “Lutamos para que o consigamos, lutamos todos os dias para diminuir a lista de espera” essencialmente cirúrgica, o que exige uma “gestão muito rigorosa” dos recursos humanos no bloco operatório.

A 30 de junho, o número de inscritos em lista de espera para cirurgia no IPO era de 1.339 doentes e apresentava um tempo médio de espera de 106 dias. A mediana do tempo de espera é de 57 dias. Encontravam-se nessa data 63 doentes há mais de 12 meses a aguardar cirurgia (5% no total de doentes em lista de espera).

A percentagem de propostas registadas que ultrapassaram o tempo máximo de resposta garantido (TMRG) era de 41%, mas, apesar desta percentagem, para cerca de 13% desses doentes o prazo foi ultrapassado em dez dias e para cerca de 20% em 15 dias.

Fonte: ZAP

TAGGED:DestaqueLisboaNacionalsaúde
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article Marcelo promete decisão sobre carreiras de professores até ao final do ano
Next Article Erik Finman ficou milionário à custa da bitcoin. Agora, diz que a moeda morreu
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

cuidar dos idosos, lar de idosos, aposentadoria

Município de Cinfães entrega 210 mil euros para reforçar apoio a nove instituições sociais

Este pacote de medidas visa assegurar a sustentabilidade das respostas sociais que estas entidades garantem diariamente no território.

A high voltage power line towering against a dramatic cloudy sky in a black and white composition.
Expropriação de terrenos em Arouca avança para permitir instalação de posto de corte

Esta decisão administrativa viabiliza a construção do Posto de Corte de Arouca,…

Trânsito condicionado na Rua das Pereirinhas em Cinfães durante 15 dias devido a obras

Esta limitação ao trânsito automóvel prolonga-se até ao dia 1 de junho,…

- Advertisement -
Ad imageAd image
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. Registro ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?