Ao usar este site, você concorda com o Política de Privacidade e o Termos de Uso.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: Lisboa acordou há 30 anos com o grande incêndio no Chiado
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. Registro ERC número 127076

Home - País - Lisboa acordou há 30 anos com o grande incêndio no Chiado

País

Lisboa acordou há 30 anos com o grande incêndio no Chiado

Last updated: 25 Agosto, 2018 11:15
Redação
Share
SHARE

yellowmo / Flickr

O Chiado, em Lisboa, acordou há 30 anos com um incêndio que mudou para sempre aquela zona e o modo como se combatem fogos, mas os acessos aos bairros históricos da capital continuam a dificultar o trabalho dos bombeiros.

Na madrugada de 25 de agosto de 1988, um incêndio deflagrou nos extintos armazéns Grandella, no Chiado, destruiu 18 edifícios, vários dos quais históricos, provocou mais de 50 feridos e duas vítimas mortais – um bombeiro e um residente -, desalojou cinco famílias, num total de 21 pessoas, deixou duas mil desempregadas e ganhou lugar na memória coletiva como uma das piores catástrofes que assolaram a capital portuguesa.

As chamas deflagraram por volta das 03h30, foram dominadas pelas 11h00 e dadas como extintas pelas 16h00. Consumiram quase oito hectares – o equivalente a oito campos de futebol – daquela zona histórica da cidade. As causas nunca foram estabelecidas.

O incêndio chegou a ter seis frentes e foi combatido por mais de 1.500 operacionais. No terreno estiveram ainda elementos da PSP, da Polícia Judiciária e de empresas de distribuição de eletricidade e de gás.

A ausência do então presidente da Câmara de Lisboa, Nuno Krus Abecassis, que se encontrava de férias, foi criticada na altura, mas uma das principais polémicas foi a presença de floreiras na Rua do Carmo, que impediram a entrada de carros de bombeiros.

As autoridades recearam que o incêndio se propagasse à Baixa da cidade, tendo o autarca Pedro Feist (que na altura era vereador, mas assumiu a presidência da Câmara de Lisboa na ausência de Nuno Krus Abecassis) mandado “retirar todos os processos que considerava importantes” dos Paços do Concelho.

Depois do incêndio, os bombeiros continuaram no local durante cerca de dois meses, na remoção de escombros.

Foi durante esse tempo que se depararam com uma vítima mortal, um eletricista reformado do Arsenal da Marinha com cerca de 70 anos.

A outra vítima mortal foi Joaquim Ramos, um bombeiro de 31 anos, que foi atingido por uma língua de fogo e gases muito quentes enquanto combatia as chamas na Rua do Carmo, tendo ficado com 85% do corpo queimado.

O incêndio causou vários feridos – mais de 50 – entre bombeiros (outros dois estiveram internados por vários dias no Hospital de Curry Cabral) e agentes de segurança com fraturas e queimaduras “mais ligeiras”.

O combate às chamas mudou bastante nos últimos 30 anos, desde a organização do teatro de operações, aos postos de comando e aos próprios meios.

No entanto, e 30 anos depois do incêndio do Chiado, a acessibilidade continua a ser o maior inimigo dos bombeiros: os bairros antigos, as ruas cheias de trânsito e o estacionamento caótico.

Fonte: ZAP

TAGGED:DestaqueIncêndioLisboaNacional
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article A nossa galáxia já morreu uma vez. Agora estamos na sua segunda vida
Next Article Espanha não pode alugar mais comboios a Portugal
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

Castelo de Paiva recebe concerto com Filipa Azevedo e Orquestra Ligeira da AMCP

O Auditório Exterior da Academia de Música de Castelo de Paiva acolheu um espetáculo de colaboração entre talentos locais e…

Grande Prémio do Minho de ciclismo impõe cortes de trânsito em Felgueiras no dia 16 de julho

Competição de juniores arranca com a primeira etapa a ligar Braga a…

Biblioteca Municipal de Castelo de Paiva recebe Filipe Bacelo para sessão infantil

O autor apresenta o livro sobre o Dragão Furninhas numa atividade dedicada…

- Advertisement -
Ad imageAd image
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. Registro ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?