Ao utilizar este site, concorda com a Política de Privacidade e com os Termos de Utilização.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: TVI apresentou “provas falsas” sobre o incêndio na Mata Nacional de Leiria
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. Registo ERC número 127076

Home - País - TVI apresentou “provas falsas” sobre o incêndio na Mata Nacional de Leiria

País

TVI apresentou “provas falsas” sobre o incêndio na Mata Nacional de Leiria

Redação
Last updated: 28 Abril, 2018 12:45
Redação
Share
SHARE

Miguel A. Lopes / Lusa

O incêndio no Pinhal de Leiria teve ou não mão criminosa? A investigação judicial diz que sim. Não contrariando as autoridades, o Observador contactou especialistas que refutam as provas apresentadas pela TVI na reportagem “A Máfia do Pinhal”.

Não é com o objetivo de contrariar as autoridades, mas sim as provas apresentadas pela TVI na reportagem da jornalista Ana Leal, “A Máfia do Pinhal“, que afirma terem sido encontradas provas de uma conspiração de madeireiros para incendiar a Mata Nacional de Leiria, com o objetivo de obter benefício económico através da depressão do preço da madeira, induzida pelo excesso de oferta e urgência de a vender antes de se começar a degradar, segundo o Observador.

No entanto, de acordo com três especialistas em incêndios, José Miguel Cardoso Pereira, Paulo Fernandes e António Carvalho, várias provas apresentadas na reportagem são “falsas”.

A análise do Observador começa por se focar em dois incêndios apresentados na reportagem: o primeiro na Légua, a 12 de outubro, e o segundo na Burinhosa, a 15 de outubro. Ambos estão identificados pelas autoridades como tendo sido causados intencionalmente.

Mas o Observador afirma que ambos os fogos foram muito pequenos, o primeiro queimou uma área correspondente a um campo de ténis e o segundo uma área correspondente a 1/3 de um campo de futebol.

Assim, o que terá queimado uma área incomparavelmente maior foram os reacendimentos e esses não terão sido planeados pelos madeireiros.

O jornal explica também que não faz sentido o local onde começaram os dois incêndios, se o objetivo era então queimar o Pinhal de Leiria. O primeiro, o da Légua, iniciou-se três quilómetros a sul da Mata Nacional de Leiria. O segundo, o da Burinhosa, iniciou-se já mais próximos, a 500 metros, mas o Observador explica que, por ter uma povoação a 250 metros, este seria de fácil e rápida deteção, o que impediria de queimar uma grande área.

Este é “um risco que criminosos organizados com motivação de causar um grande incêndio deveriam querer evitar”, avança o Observador.

O Observador foca-se também no que é apresentado pela TVI como “engenhos incendiários”. A reportagem mostras vasos para recolha de resina que são encontrados num pinhal e passam automaticamente a ser considerados “engenhos incendiários” e não simples objetos destinados à recolha de resina.

E depois o jornal pergunta: “Como é que a jornalista distingue um vaso de resina supostamente usado como engenho incendiário, de um outro que estava simplesmente colocado num tronco para recolher a resina e que caiu e se partiu quando o pinheiro ardeu e, eventualmente, tombou?”

Além disso, é destacada a “sorte” que a jornalista teve em encontrar dois vasos de resina caídos no sítio onde os tronos se partiram, na posição ideal para induzir a associação de ideias entre a presença do caso e a queima do pinheiro.

“O vaso não podia ter sido ali colocado pelos alegados incendiários porque nessa altura o tronco estaria inteiro. Ou será que os incendiários se deram ao trabalho de partir os pinheiros e colocar os vasos de resina sobre o local da fratura no tronco?”, questiona a análise do Observador.

O jornal salienta ainda a falta de “danos por recozimento e uma coloração correspondente” no vaso que esteve exposto a um imenso calor.

Testemunhas contactadas pela estação de Queluz observam que os efeitos do fogo foram mais severos nuns sítios do que noutros – “o que é inevitável, devido às variações da quantidade, tipo e grau de secura da vegetação, e à grande variabilidade das condições meteorológicas, sobretudo da velocidade e direcção do vento”.

Depois, a mesma testemunha adianta que as copas das árvores estavam mais queimadas “nos locais onde foram encontrados os vasos de resina incendiários”.

No entanto, de acordo com o Observador, esta observação está em contradição com o facto de o ponto onde começa um fogo florestal não ser o local de maior intensidade e amplitude do fogo. É à medida que a frente de chamas progride e se expande que os seus efeitos se tornam mais severos.

O Observador termina a análise com alguns reparos aos números apresentados pela TVI: “90% dos fogos em Portugal são postos”.

Na verdade, a percentagem das ignições de fogos rurais causados por pessoas é bastante superior a 90%. Mas a maior parte não é intencional e a grande maioria não tem motivações económicas. Os estudos da psicóloga criminal Cristina Soeiro indicam uma percentagem de incendiarismo com motivação económica de cerca de 3%.

É assim que o Observador, que refere não estar a tentar desmontar a investigação da Polícia Judiciária, mas sim a da TVI, “desmonta” algumas das provas apresentadas pelo canal de televisão na grande reportagem “A Máfia do Pinhal”.

Fonte: ZAP

TAGGED:DestaqueGovernoincêndiosJustiçaLeiriaNacional
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article Três doentes com sarna internados no S. João. Há profissionais infetados
Next Article Costa leva concurso de professores ao Constitucional e pede que trave até Junho
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

4 × 5 =

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

Furtos na Secundária: Câmara de Castelo de Paiva reage, mas famílias contestam tese de “caso isolado”

A Câmara Municipal de Castelo de Paiva quebrou o silêncio sobre os recentes furtos na Escola Secundária. Em comunicado, o…

EUA Reformulam Sistema de Acreditação do Ensino Superior para Valorizar Estudantes e Profissionais

Por Gabriel Lopes O Departamento de Educação dos Estados Unidos anunciou, a…

Pavilhão Rota dos Móveis acolhe Final Sub-16 de Basquetebol com entrada gratuita

O Pavilhão Rota dos Móveis, em Lordelo, no concelho de Paredes, vai…

- Advertisement -
Ad imageAd image

Você também pode gostar

Centros de saúde da Grande Lisboa criam rede contra mutilação genital feminina

demibrooke / Flickr Esta quarta-feira, o Governo lança o projeto “Práticas Saudáveis – Fim à mutilação genital feminina”, cujo objetivo…

Só comunicava com os olhos. Mulher sofre estranha paralisia após consumir opióides e cocaína

(PD/CC0) Parentingupstream / pixabay Uma mulher de 51 anos, natural de Maryland, nos Estados Unidos, contraiu a rara síndrome de…

Alemanha soube mais do que Portugal. Bloco exige explicações do Governo

Mario Cruz / Lusa O Ministro das Finanças, Mário Centeno O Parlamento alemão terá discutido e votado um documento com…

Estrato social dos pais influencia desenvolvimento cerebral das crianças

(CC0/PD) dagon_ / pixabay De acordo com uma recente investigação, o estatuto socioeconómico dos pais tem impacto no desenvolvimento do…

De Castelo de Paiva para todo Portugal! logo paivense

Regional

  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Paredes
  • Penafiel
  • Tamega e Sousa

Cotidiano

  • Desporto
  • Economia
  • Educação
  • Mundo
  • Política

Saúde

  • Ciência
  • Coronavírus
  • Medicina
  • Saúde e Bem Estar
  • Saúde Pública

Cultural

  • Arte
  • Carnaval
  • Cultura
  • Literatura
  • Música

Mais

  • Beleza
  • Curiosidade
  • Internet
  • Opinião
  • Sociedade

Visão: Relevância, verdade, agilidade, credibilidade e eficiência / Contacto: info@paivense.pt / mf@pressmf.global

© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. Registo ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

1 × 5 =

Lost your password?