Ao usar este site, você concorda com o Política de Privacidade e o Termos de Uso.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: Bastonária dos enfermeiros acusa ministra de não dar resposta a nada
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. Registro ERC número 127076

Home - País - Bastonária dos enfermeiros acusa ministra de não dar resposta a nada

PaísPolítica

Bastonária dos enfermeiros acusa ministra de não dar resposta a nada

Last updated: 4 Abril, 2019 9:30
Redação
Share
SHARE

Manuel De Almeida / Lusa

A ministra da Saúde, Marta Temido

A bastonária dos Enfermeiros, Ana Rita Cavaco, considera que o corte de relações com o Ministério da Saúde não está ultrapassado, acusando a ministra de discriminar os enfermeiros e de não resolver os problemas que interferem com a vida dos doentes.

A representante dos Enfermeiros entende que “é inédito o que se passa” com a atual ministra da Saúde, Marta Temido, mesmo em comparação com o que acontecia com o anterior tutelar da pasta, Adalberto Campos Fernandes.

“Esta senhora ministra não está a dar resposta a nada e isso interfere com a vida das pessoas e com a prestação de cuidados no dia a dia das pessoas. A ministra tem de cumprir o seu papel, goste muito ou pouco da bastonária e da Ordem dos Enfermeiros”.

Ana Rita Cavaco foi esta quarta-feira ouvida na comissão parlamentar de Saúde, a pedido do CDS, sobre o corte de relações institucionais decidido pelo Governo na altura da “greve cirúrgica”, tendo entretanto o secretário de Estado Adjunto e da Saúde dito no mês passado que a situação estava normalizada.

Contudo, a bastonária afirmou esta segunda-feira que não tem tido qualquer contacto com a ministra da Saúde, com quem apenas teve uma reunião, no ano passado, desde que tomou posse. “O corte de relações não pode estar ultrapassado, na medida que a única audiência que tivemos com a ministra da Saúde foi no ano passado”, afirmou Ana Rita Cavaco aos deputados.

A bastonária afirma que “todos os dias” a Ordem solicita audiências à ministra da Saúde, bem como envia ofícios com pedido de resolução de problemas que têm a ver com a vida das pessoas e com a segurança dos cuidados. “Não há qualquer contacto com a senhora ministra da Saúde, que está claramente a discriminar os enfermeiros. E não há nenhuma resposta às questões da Ordem”, referiu a representante da classe.

Como exemplos, Ana Rita Cavaco disse que não tem havido respostas sobre os problemas identificados em vários locais, como o hospital da Covilhã ou o Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa. Indicou que não existe ainda resposta em relação ao centro de diagnóstico pneumológico Dr. Ribeiro Sanches, que tem apenas três enfermeiros para estar aberto todos os dias.

Estão também por resolver as questões das dotações seguras de profissionais (número adequado de enfermeiros por doente), bem como questões da carreira que interferem com a regulação da Ordem, como o conteúdo funcional de cada categoria.

Em relação à carreira de enfermagem, aprovada na semana passada em Conselho de Ministros, a bastonária considera inacreditável que não se conheça o documento, nem da parte da Ordem nem da parte dos sindicatos: “Como é que é possível termos feito uma pronúncia [sobre o diploma da carreira em consulta pública] e não recebermos nenhuma reposta e ninguém conhecer o diploma aprovado? Esta postura da ministra não é normal”.

Sobre a exposição enviada à Procuradoria-Geral da República pelo Ministério da Saúde sobre o seu trabalho enquanto bastonária, Rita Cavaco diz desconhecer o teor do documento, mas admite que se trate apenas de “delito de opinião”.

“A Ordem não faz trabalho sindical. Não sei se se quer ter o regresso dos tribunais plenários a Portugal. O que a ministra gostaria com a ordem dos enfermeiros é condenar-nos por delito de opinião (…) Isso seria um atentado grave à democracia ou à liberdade de expressão”, disse aos deputados.

Fonte: ZAP

TAGGED:DestaqueGovernoNacionalpolíticasaúdeSNS
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article Contacto visual direto pode ser um sinal de competição (e não de fiabilidade)
Next Article Demitiu-se o Secretário de Estado do Ambiente por ter nomeado o primo para adjunto
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

Castelo de Paiva assinala Dia Europeu dos Parques com foco na educação ambiental

Estas ações foram desenhadas para celebrar o Dia Europeu dos Parques, envolvendo diretamente os alunos do quarto ano dos Agrupamentos…

Alunos de Resende pintam bancos de jardim para combater o preconceito na comunidade

A jornada arrancou com a apresentação de vários bancos de jardim personalizados…

Passeio de motas do Motoclube Cinfanense atraiu 172 entusiastas a Cinfães

Cinfães, Portugal – O concelho de Cinfães acolheu no passado sábado, dia…

- Advertisement -
Ad imageAd image
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. Registro ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?