Ao usar este site, você concorda com o Política de Privacidade e o Termos de Uso.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: Câmara de Lisboa fez pagamentos ilegais de 96 mil euros a histórico do PS
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. Registro ERC número 127076

Home - País - Câmara de Lisboa fez pagamentos ilegais de 96 mil euros a histórico do PS

PaísPolítica

Câmara de Lisboa fez pagamentos ilegais de 96 mil euros a histórico do PS

Last updated: 12 Abril, 2018 13:48
Redação
Share
SHARE

 

A Câmara Municipal de Lisboa pagou indevidamente 96 mil euros ao ex-autarca do PS Joaquim Morão, que integra a Comissão Política Nacional do Partido. Fernando Medina, o presidente da autarquia lisboeta, poderá vir a ter que devolver o montante aos cofres da autarquia.

Estes dados são divulgados pelo jornal Público que refere que a Câmara Municipal de Lisboa “simulou” consultas ao mercado para proceder à contratação do ex-autarca de Castelo Branco, Joaquim Morão, e que ignorou normas legais que não lhe permitiam assinar esse vínculo.

Em casa está a violação do Estatuto da Aposentação e do estatuto dos membros dos secretariados executivos das comunidades intermunicipais – Joaquim Morão desempenha, actualmente, o cargo de primeiro-secretário executivo da Comunidade Intermunicipal da Beira Baixa (CIMBB).

Este cargo na CIMBB é “desempenhado por imperativo legal em regime de exclusividade”, como nota o Público, frisando que a CML “passou por cima das regras que impediam a contratação de Morão”. Além disso, e uma vez que Morão estava aposentado, a autarquia não solicitou ao Governo a necessária autorização para o contratar, frisa a mesma fonte.

Se a situação vier a ser comprovada como irregular, Fernando Medina e o vereador Manuel Salgado podem ter que devolver os 96 mil euros pagos pelo município. E podem também vir a ser responsabilizados pelo pagamento indevido, nota o jornal.

A autarquia, em nota enviada ao Público, alega que Morão apresentou “um documento oficial da Secretaria de Estado da Administração Local segundo o qual não carece de autorização do Governo para exercer as funções que desempenhou”.

Todavia, o Público nota que esse documento se refere apenas à contratação de um aposentado para o cargo na CIMBB e que não tem nada a ver com o serviço prestado a uma Câmara Municipal.

Por outro lado, a CIMBB alega que Morão “não violou o regime de exclusividade”, uma vez que terá abdicado da remuneração, optando pela pensão a que tem direito e ficando a receber apenas as despesas de representação, como salienta o Público.

Morão contrata ex-Comandante da Protecção Civil

Entretanto, o Público avança também que a CIMBB contratou o ex-comandante operacional nacional da Protecção Civil Rui Esteves que se demitiu do cargo, na sequência da polémica em torno da sua licenciatura.

Rui Esteves foi muito contestado pela actuação da Protecção Civil durante os incêndios de Pedrógão Grande, acabando por demitir-se numa altura em que se noticiou que tinha conseguido a licenciatura fazendo apenas quatro cadeiras, e obtendo equivalências nas restantes 32.

Na altura, também foi alvo de um processo disciplinar da Inspecção-Geral da Administração Interna, devido a uma eventual acumulação indevida de funções públicas, já que era director do Aeródromo de Castelo Branco enquanto exercia o cargo de Comandante da Protecção Civil.

Quatro meses depois da demissão, a CIMBB contratou Rui Esteves, por ajuste directo, como assessor técnico na área da protecção civil e defesa da floresta contra incêndios, conta o Público. O contrato tem o valor de 35 mil euros.

Rui Esteves fez parte da vaga de nomeações  do Governo socialista para a estrutura de comando da Protecção Civil, em Janeiro de 2017, que foi muito contestada, sendo apontada como uma das possíveis causas dos trágicos incêndios do Verão passado.

A CIMBB é composta pelos municípios de Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Oleiros, Penamacor, Proença-a-Nova e Vila Velha de Ródão – destas, apenas a Câmara de Oleiros tem um autarca do PSD à frente, as restantes são todas lideradas pelo PS.

Fonte: ZAP

TAGGED:AutarquiaDestaqueLisboaNacionalpolíticaProtecção CivilPS
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article Mosteiro de Arouca é o primeiro palco do evento “Dias do Património a Norte”
Next Article “Amarantinas” com percurso cultural e encontro com figuras ilustres da arte e cultura amarantina
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

blue bmw car in a dark room

Homem de 70 anos morre após colisão entre motociclo e veículo pesado em Penafiel

O sinistro rodoviário ocorreu esta quinta-feira na Avenida da Boa Viagem e obrigou ao corte da circulação na via

Castelo de Paiva inaugura a 27ª edição da maior Feira do Vinho Verde de Portugal amanhã

Esta iniciativa, fruto de uma parceria estratégica entre a Câmara Municipal de…

CIM do Tâmega e Sousa define prioridades estratégicas para a saúde e ação social regional

Plataforma Supraconcelhia mobilizou autarcas e entidades parceiras para desenhar soluções integradas perante…

- Advertisement -
Ad imageAd image
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. Registro ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?