Ao utilizar este site, concorda com a Política de Privacidade e com os Termos de Utilização.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: Carlos Moedas: Um PE com mais eurocéticos dificultará formação da nova Comissão
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. Registo ERC número 127076

Home - País - Carlos Moedas: Um PE com mais eurocéticos dificultará formação da nova Comissão

PaísPolítica

Carlos Moedas: Um PE com mais eurocéticos dificultará formação da nova Comissão

Redação
Last updated: 4 Maio, 2019 12:30
Redação
Share
SHARE

UCL / Wikimedia

O comissário europeu Carlos Moedas

O comissário europeu Carlos Moedas admite que os resultados das eleições europeias podem provocar atrasos na formação da futura Comissão Europeia, advertindo que um novo Parlamento Europeu com mais forças políticas eurocéticas dificultará o processo.

Em declarações à Lusa, o comissário do executivo de Jean-Claude Juncker designado por Portugal garante que a atual Comissão não está, “de maneira nenhuma”, a preparar-se para ficar além da data do final do seu mandato, 31 de outubro.

Até porque “o que todos querem é que o calendário seja cumprido”, mas reconhece que “há uma probabilidade” de o mandato ter de ser prolongado, em função dos resultados das Europeias de 23 a 26 de maio.

“Não estamos a trabalhar nesse cenário, porque aquilo que pensamos é que as instituições a seguir às eleições vão tomar as decisões nos tempos próprios, e os tempos próprios são os de que esta Comissão estará em vigor até 31 de outubro. Aliás, toda a negociação em relação ao Reino Unido foi de dar até 31 de outubro, que é realmente o último dia oficial desta Comissão”, começou por notar o comissário europeu da Investigação, Ciência e Inovação.

No entanto, admitiu, e tal como já ficou demonstrado por processos como o ‘Brexit’, é sabido que “estas coisas podem ter os seus atrasos e que há a probabilidade que isso possa acontecer”, sobretudo se se registar um aumento das forças eurocéticas na futura assembleia, como apontam as sondagens.

“Acho que vai depender sobretudo daquilo que vai ser o novo Parlamento Europeu. Um novo parlamento com mais populistas, com mais extremistas, pode criar uma situação em que as maiorias são difíceis de se formar”, disse.

Carlos Moedas sublinhou também as dúvidas em torno do modelo do ‘Spitzenkandidate’, o processo seguido pela primeira vez em 2014, através dos quais as famílias políticas apresentam o seu candidato principal à presidência da Comissão, sendo o da força mais votada o designado, mas que o Conselho Europeu este ano parece tentado a deixar ‘cair’.

“Os chefes de Estado e de Governo podem decidir ir por outro caminho, isso nós não sabemos. Mas mesmo indo pelo ‘Spitzenkandidat’, depois é necessário que esse ‘Spitzenkandidat’ consiga ter os votos necessários para ser designado pelo próprio parlamento, como foi o presidente Juncker em julho de 2014, para depois poder escolher os comissários em agosto, haver as audições ali por volta de outubro, para se chegar então a uma nova comissão em novembro”, apontou.

Nesse sentido, reforçou, tão “mais difícil” será conseguir uma maioria em torno de um nome quanto mais fragmentado for o próximo Parlamento Europeu “no sentido de partidos que são contra o sistema, de partidos que são contra a Europa”, porque, notou, “esses partidos vão votar sempre contra qualquer presidente da Comissão”.

Manifestando confiança de que “tudo vá pelo melhor” e a atual Comissão efetivamente cesse funções em 31 de outubro próximo, o comissário português afirma-se todavia disponível a continuar por mais tempo se tal se revelar necessário, mesmo que tal implique “um esforço pessoal”.

“Sim, (estou disponível), no sentido em que eu sou institucionalista. Eu acho que os mandatos são para cumprir. Eu tenho um mandato, e devo esse mandato aos portugueses, e portanto tenho que cumprir esse mandato, portanto estarei cá até ao fim. Agora não sabemos muito bem quando será o fim”, declarou.

Apontando que tal implicaria “um esforço pessoal, porque é uma altura de transição”, Carlos Moedas considera todavia que “isso é importante para as instituições e para honrar o bom nome de Portugal”.

Quanto ao seu futuro uma vez concluído o mandato, em 31 de outubro ou posteriormente, Carlos Moedas diz ser ainda muito cedo para pensar no futuro, até porque ainda lhe resta trabalho pela frente.

“Ainda não sei, exatamente porque também não quero pensar muito nisso, pois tenho de cumprir o meu papel e ainda tenho muitas coisas para fazer, ainda temos muitos meses pela frente. Quando acabar, terei tempo para pensar no futuro, mas agora ainda é muito cedo”, disse.

Fonte: ZAP

TAGGED:DestaqueEuropeiasNacionalpolítica
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article Estado devolve fortuna de 10 milhões de euros a empresário do Caso BPN
Next Article Matar dois coelhos de uma cajadada. “Jogada de alto risco” de Costa aponta a eleições em Julho
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

four − 2 =

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

Obras públicas registam forte crescimento em 2025

Concursos lançados ultrapassam os 10 mil milhões de euros e contratos celebrados aumentam 48%

Câmara Municipal de Castelo de Paiva reúne em sessão ordinária a 30 de janeiro

Reunião pública decorre nos Paços do Concelho e inclui vários pontos de…

Gala Solidária assinala início das comemorações dos 25 anos da Tragédia da Ponte Hintze Ribeiro

Uma noite marcada pela memória, pela solidariedade e pela homenagem deu início…

- Advertisement -
Ad imageAd image

Você também pode gostar

“Nariz de Pinóquio” não é assim tão disparatado (e a termografia comprova-o)

The Wolf / Flickr Não, o nariz não cresce quando mentimos. Ainda assim, uma equipa de investigadores voltou a testar…

Há dois fatores que estão a fazer disparar a mortalidade da covid-19 entre homens

Guillaume Horcajuelo / EPA Carga viral e evolução da infeção são dois fatores que estão a fazer disparar a mortalidade…

A maior Super Lua do ano está a chegar

Nesta altura em que a maioria da população, de quase todos os países se encontra a cumprir o isolamento social…

Turistas brasileiros poderão viajar para Portugal sem cumprir quarentena

O governo anunciou que turistas oriundos do Brasil e do Reino Unido não serão mais obrigados a cumprir uma quarentena…

De Castelo de Paiva para todo Portugal! logo paivense

Regional

  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Paredes
  • Penafiel
  • Tamega e Sousa

Cotidiano

  • Desporto
  • Economia
  • Educação
  • Mundo
  • Política

Saúde

  • Ciência
  • Coronavírus
  • Medicina
  • Saúde e Bem Estar
  • Saúde Pública

Cultural

  • Arte
  • Carnaval
  • Cultura
  • Literatura
  • Música

Mais

  • Beleza
  • Curiosidade
  • Internet
  • Opinião
  • Sociedade

Visão: Relevância, verdade, agilidade, credibilidade e eficiência / Contacto: info@paivense.pt / mf@pressmf.global

© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. Registo ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

twenty + fifteen =

Lost your password?