Ao usar este site, você concorda com o Política de Privacidade e o Termos de Uso.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: PS quer englobar mais rendimentos no IRS
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. matrícula ERC número 127076

Home - Economia - PS quer englobar mais rendimentos no IRS

EconomiaPolítica

PS quer englobar mais rendimentos no IRS

Last updated: 21 de Junho, 2019
Redação
Share
4 Min Read
SHARE

João Relvas / Lusa

O PS incluiu no seu projeto de programa eleitoral uma proposta para englobar mais rendimentos em IRS. A medida tem sido reclamada pelos parceiros políticos.

A ideia não é fazer o englobamento de outros rendimentos no IRS de um dia para o outro, mas ir aplicando o princípio de forma faseada, de acordo com o ECO. No projeto de programa eleitoral para a área das desigualdades, os socialistas revelam que querem “caminhar no sentido do englobamento dos diversos tipos de rendimentos em sede de IRS, eliminando as diferenças entre taxas”.

A intenção é “promover a progressividade fiscal” e, assim, combater as desigualdades em Portugal. O programa eleitoral está a ser coordenado por João Tiago Silveira, responsável pelo gabinete de estudos do PS, e será apresentado na convenção socialista marcada para 20 de julho. Para já, o partido vai apresentando os projetos de programa em quatro áreas – desigualdades, alterações climáticas, demografia e sociedade digital – para lançar ideias para debate público e recolher sugestões.

No cálculo do IRS a pagar, o Fisco junta os rendimentos das pessoas singulares para depois aplicar uma taxa que é tanto mais alta quanto maiores forem os rendimentos, variando entre 14,5% e 48%, a que ainda se junta a taxa adicional de solidariedade. No entanto, nem todos os tipos de rendimento são obrigatoriamente englobados naquele cálculo. Alguns podem ficar de fora, ficando sujeitos a uma taxa separada de 28%.

Os rendimentos obtidos com salários de um trabalhador por conta de outrem ou com pensões são obrigatoriamente englobados e ficam sujeitos à taxa do escalão em que o contribuinte é colocado. Mas os rendimentos resultantes de rendas de casas podem pagar a taxa autónoma e os rendimentos de capitais podem suportar uma liberatória.

Bloco de Esquerda e PCP defendem há anos que esta diferença de tratamento deve terminar. Por trás deste princípio está o seguinte raciocínio: se um contribuinte faz parte do escalão que paga a taxa de IRS de 45%, ao ter um rendimento com possibilidade de ser tributado à parte a 28% sai beneficiado.

Agora, o PS inclui esta intenção no projeto de programa, cujo capítulo referente às desigualdades foi divulgado esta quinta-feira, que quer levar às eleições marcadas para 6 de outubro.

No documento não são divulgados detalhes. No entanto, o PS pondera não fazer o englobamento de uma só vez, já que o texto do projeto de programa refere “caminhar no sentido” do englobamento. Não  claro se a ideia é conseguir um englobamento total ou se se trata de um englobamento para rendimentos acima de um determinado valor.

No ano passado, o Governo e o PCP negociaram uma medida de englobamento que não chegou a ficar na lei. A proposta comunista previa que os contribuintes que no conjunto tivessem rendimentos brutos superiores a 100 mil euros passassem a ser obrigados a fazer o respetivo englobamento para efeitos de IRS.

O PCP calculava que esta proposta renderia aos cofres públicos 100 milhões de euros de receita adicional. Também o Bloco de Esquerda tem insistido nesta medida, usando até como argumento que esta é uma forma de aliviar os impostos sobre salários e pensões. No entanto, durante esta legislatura, a medida nunca avançou.

Fonte: ZAP

TAGGED:DestaqueEconomiafinançasirsNacionalpolíticaPS
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article A monogamia foi inventada pelas mulheres (e o casamento, pelos homens)
Next Article Marchas Infantis de São João animam Castelo de Paiva
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

A close-up view of a city ambulance with a red siren light and Portuguese text 'AMBULÂNCIA'

Homem em estado grave após incêndio destruir habitação em Penacova

Vítima de 61 anos foi socorrida no local pela equipa da VMER antes de ser transferida para o Hospital de…

Cinfães e Águas do Norte preparam expansão da rede de saneamento e abastecimento

Autarquia e concessionária definem estratégias para captar investimento e incentivar ligações domésticas…

Festival Música com História termina em Cinfães após uma semana de concertos e formação

Cinfães, Portugal – O Auditório Municipal de Cinfães serviu de palco inicial…

- Advertisement -
Ad imageAd image
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. matrícula ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?