Ao utilizar este site, concorda com a Política de Privacidade e com os Termos de Utilização.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: Sindicatos da função pública voltam às negociações (mas já ameaçam com greve)
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. Registo ERC número 127076

Home - País - Sindicatos da função pública voltam às negociações (mas já ameaçam com greve)

PaísPolítica

Sindicatos da função pública voltam às negociações (mas já ameaçam com greve)

Last updated: 10 Janeiro, 2019 13:30
Redação
Share
SHARE

José Sena Goulão / Lusa

A coordenadora da Federação dos Sindicatos da Função Pública, Ana Avoila

O Ministério das Finanças e as três estruturas sindicais da administração pública voltam esta quinta-feira a reunir-se para discutir a proposta de aumentos salariais, com “muitas dúvidas” ainda por esclarecer, segundo os sindicatos.

O Ministério das Finanças e as três estruturas sindicais da administração pública regressam esta quinta-feira à mesa de negociações para discutir os aumentos salariais para este ano.

Em causa está a proposta do Governo para atualizar a base remuneratória da função pública, que passará de 580 euros em 2018 para 635,07 euros em 2019, montante correspondente ao quarto nível da Tabela Remuneratória Única (TRU). No entanto, do lado dos sindicatos, esta proposta não é suficiente: e já ameaçam com protestos.

A medida custará cerca de 50 milhões de euros e, segundo o Governo, deverá abranger 70 mil trabalhadores, dos mais de 670 mil existentes, o que significa que mais de 600 mil não terão atualização salarial.

Segundo disseram à agência Lusa os dirigentes sindicais, os aumentos só deverão ser pagos depois de janeiro, com retroativos, pois o diploma está em negociação e existem “muitas dúvidas” sobre a sua aplicação, que esperam ver clarificadas no encontro desta tarde. Além disso, vários serviços processaram as remunerações de janeiro, pelo que a atualização proposta pelo Governo não irá a tempo de ser paga este mês.

As três estruturas sindicais – Federação de Sindicatos da Administração Pública (FESAP), Frente Comum de Sindicatos e Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE) – querem esclarecer como se irão conjugar os aumentos salariais até 635 euros com as progressões na carreira ou com a atualização do salário mínimo nacional para os 600 euros, em vigor desde 1 de janeiro.

Além disso, os sindicatos querem saber se haverá atualização imediata no Estado para os 600 euros já em janeiro ou se o Governo vai esperar pela atualização da tabela da função pública para os 635 euros para aplicar as duas medidas ao mesmo tempo.

Outra questão é saber o que acontecerá a quem obteve direito à progressão na carreira no ano passado para o nível dos 635 euros, mas que ainda está a receber abaixo desse valor devido ao faseamento previsto no Orçamento do Estado.

As estruturas sindicais exigem também saber se os trabalhadores que progredirem terão direito a manter ou não os pontos extra (acima dos 10 necessários para a progressão) obtidos nas avaliações de desempenho dos anos anteriores, para efeitos da próxima progressão na carreira.

Governo está a empurrar trabalhadores para todas as formas de luta

O Governo propôs atualizar a base remuneratória da função pública de 580 para 635,07 euros, montante correspondente atualmente ao quarto nível da Tabela Remuneratória Única, mas para a Frente Comum a proposta não chega.

A par dos 50 milhões de euros que serão destinados a atualizar os salários mais baixos, a estrutura sindical defende ainda aumentos para todos os funcionários públicos.

Para salários até 1500 euros quer subidas de 60 euros e, acima desse ordenado, defende uma atualização de 4%. “Trata-se de uma proposta minimalista tendo em conta que não há há dez anos aumentos salariais para a função pública. Estes aumentos são mínimos para fazer face à subida do custo de vida”, adiantou Ana Avoila em declarações ao Jornal i.

A sindicalista defende que com esta solução de aumentar apenas os trabalhadores com salários mais baixos, “o Governo está a criar problemas atrás de problemas”.

A coordenadora da Frente Comum considera que as perspetivas de um acordo são muito reduzidas. Por esse motivo, acena com um plenário que vai realizar-se no próximo dia 15 e tem em cima da mesa duas propostas: “Uma greve nacional ou uma manifestação nacional”, revela ao matutino.

A Federação de Sindicatos da Administração Pública (FESAP) é da mesma opinião. José Abraão deixa inclusivamente um alerta: se o Governo mantiver a postura que tem tido até agora, de aumentar apenas a remuneração mínima do Estado em 2019 para 635 euros, a contestação vai crescer.

Para o sindicalista, o executivo “só está a empurrar os trabalhadores para todas as formas de luta e para esta insatisfação que está hoje na sociedade portuguesa, com greves quase todos os dias. E não serão greves de apenas um dia que acontecerão se não houver resposta para isto”.

Fonte: ZAP

TAGGED:DestaqueFunção PúblicaGovernoNacionalpolítica
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article Depoimento de ex-governante põe em causa versão de Manuel Pinho
Next Article Alunos com piores notas a Português escolhem carreira de professores
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

Hóquei Clube Paivense apresenta nova temporada desportiva

Evento reuniu adeptos e destacou estreia do Paivense Show Team

Caminhada interpretativa valoriza memórias do centro histórico de Sobrado

A iniciativa é promovida pelo Movimento de Cidadãos do Mundo, em parceria…

Águas do Douro e Paiva atinge recorde histórico de receitas em 2025

Volume de negócios ultrapassa 41 milhões de euros e investimento chega aos…

- Advertisement -
Ad imageAd image

Você também pode gostar

Destino de Sócrates nas mãos do juiz “frenético” que é odiado pelo MP

Tiago Petinga / Lusa O ex-primeiro-ministro José Sócrates Só à quarta tentativa é que o sorteio determinou que é o…

Síndrome de burnout afeta todas as pessoas que trabalham em hospitais

Os investigadores defendem, por isso, que os programas que visem reduzir os níveis de burnout nesta população devem ter em…

FMI prevê défice de 7,1% e dívida pública de 135% em Portugal este ano

Rodrigo Gatinho / portugal.gov.pt Vítor Gaspar, ex-ministro do Estado e das Finanças, é diretor do departamento dos Assuntos Orçamentais do…

Cientistas descobrem (acidentalmente) um novo órgão dentro da cabeça humana

The Netherlands Cancer Institute Uma equipa de investigadores fez uma descoberta anatómica surpreendente, encontrando o que parece ser um misterioso…

De Castelo de Paiva para todo Portugal! logo paivense

Regional

  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Paredes
  • Penafiel
  • Tamega e Sousa

Cotidiano

  • Desporto
  • Economia
  • Educação
  • Mundo
  • Política

Saúde

  • Ciência
  • Coronavírus
  • Medicina
  • Saúde e Bem Estar
  • Saúde Pública

Cultural

  • Arte
  • Carnaval
  • Cultura
  • Literatura
  • Música

Mais

  • Beleza
  • Curiosidade
  • Internet
  • Opinião
  • Sociedade

Visão: Relevância, verdade, agilidade, credibilidade e eficiência / Contacto: info@paivense.pt / mf@pressmf.global

De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. Registo ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?