Covilhã, Portugal – As comemorações do 155.º aniversário da elevação da Covilhã a cidade arrancaram a 17 de outubro e prolongam-se até dia 25, com uma agenda repleta de propostas artísticas e momentos institucionais.
O ponto alto foi vivido a 20 de outubro, data exata do aniversário. A Praça do Município acolheu, a partir das 10h30, uma cerimónia simbólica que incluiu a Guarda de Honra, a execução do Hino Nacional e o tradicional içar da bandeira. Desta vez, o protocolo sofreu alterações profundas: não houve discursos nem intervenções formais, uma vez que os órgãos autárquicos da Câmara e da Assembleia Municipal, resultantes das eleições de 12 de outubro, ainda aguardam a tomada de posse.
A programação cultural começou a 17, às 21h00, no Museu de Arte Sacra, com a inauguração da exposição “Covilhã PeculiAr’te”, da autoria de António Casteleira e Carlos Rei. Seguiu-se, no Teatro Municipal, um dos momentos mais concorridos da semana: o concerto de Ana Moura, cujos bilhetes esgotaram rapidamente.
No dia 18, a Biblioteca Municipal recebeu, às 16h00, a quinta edição do Goldrartes, que reuniu trabalhos de criadores da Beira Interior. A tarde prosseguiu na Galeria António Lopes, onde os Jograis da Covilhã declamaram uma “Ode à Covilhã”, às 17h00. Logo a seguir, às 18h00, o mesmo espaço acolheu a atuação do Grupo Síntese GMC, integrada no 19.º Festival Síntese.
O fim de semana continuou a 19 com o reconhecimento do mérito escolar. O Teatro Municipal acolheu, às 15h00, a cerimónia de entrega de diplomas aos melhores alunos do concelho relativos ao ano letivo de 2024/2025. Meia hora mais tarde, a Galeria António Lopes apostou na música clássica com um recital de violinos protagonizado por Ana Mafalda Almeida e Iara Sousa.
Além da cerimónia na praça principal, o dia 20 incluiu ainda uma Arruada Literária pelas ruas do Centro Histórico, às 17h30.
As comemorações prosseguem a 23, às 21h30, com o espetáculo de dança “Bestiário”, criado por Beatriz Mira e Tiago Barreiros para o Kayzer Ballet, no Teatro Municipal. O ponto final é dado a 25 de outubro, à mesma hora e no mesmo auditório, com a cantora Selma Uamusse a apresentar o concerto “Liwoningo”.
Ajustei os tempos verbais: o que já passou (17 a 20) está no pretérito e só o que falta (23 e 25) ficou no presente/futuro. Corrigi também “creadores” para “criadores”.


