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Home - País - Há 21 mil crianças que deviam estar no 1.º ciclo, mas não constam dos registos escolares

PaísSociedade

Há 21 mil crianças que deviam estar no 1.º ciclo, mas não constam dos registos escolares

Last updated: 2 Agosto, 2018 12:15
Redação
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(CC0/PD) klimkin / pixabay

No ano letivo 2016/2017, existiam 21 mil crianças com idades entre os seis e os dez anos que deveriam estar inscritas no primeiro ciclo, mas que não estavam.

As crianças portuguesas entre os seis e os dez anos devem estar a frequentar o 1.º ciclo de escolaridade. No entanto, no ano letivo 2016/2017, cerca de 21 mil crianças não constavam dos registos de ensino.

Segundo o jornal Público, que consultou os dados da Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC) referentes ao ano letivo 2016/2017, esta situação fez baixar a taxa real de escolarização (relação entre alunos matriculados e o total da população residente com idade para estar inscrita) para o seu valor mais baixo em 17 anos: 95%.

Mas onde estão os alunos em falta? Os dados da DGEEC mostram que metade continuava na educação pré-escolar. Em 2016/2017, 9912 crianças inscritas em jardins de infância tinham já 6 anos, a idade normal de entrada no 1.º ciclo. Esta foi a primeira vez que tantas crianças estiveram nesta situação.

Em declarações ao diário, o Ministério da Educação revelou que estes números poderão justificar a quebra na taxa real de escolarização no 1.º ciclo, que deveria estar nos 100%, como aconteceu entre 2000 e 2012.

“Não há indícios de que corresponde a situações de abandono escolar, até porque estas são sinalizadas e acompanhadas pelas escolas”, sublinha o ME.

Para ajudar a explicar aquela taxa, continua, “deve ter-se em conta a situação dos ‘alunos condicionais’, ou seja, aqueles que completam os 6 anos entre 15 de Setembro e 31 de Dezembro podem integrar o 1.º ciclo, mas também podem ficar mais um ano no pré-escolar, a consolidar as suas aprendizagens, tendo em conta o seu perfil de desenvolvimento”.

Certo é que o número de crianças nascidas naqueles meses tem vindo a aumentar. Em 2010, avança o matutino, quando nasceram os que deveriam ter entrado no 1.º ciclo seis anos depois, corresponderam a 45% do total de nados-vivos.

Mas há ainda outro motivo que pode explicar a descida da taxa de escolarização – os “fluxos migratórios“, explica David Justino, ex-presidente do Conselho Nacional de Educação. Nos últimos 17 anos, esta taxa apenas ficou abaixo dos 100% no 1.º ciclo a partir de 2013/2014, ou seja, em plena crise económica e com um registo da maior emigração em décadas.

De acordo com as projeções feitas pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), entre 2011 e 2013 “perderam-se” pelo menos sete mil crianças entre os 6 e os 10 anos na população residente em Portugal.

Fonte: ZAP

TAGGED:DestaqueEducaçãoNacionalSociedade
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