Ao usar este site, você concorda com o Política de Privacidade e o Termos de Uso.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: Médico de Lisboa desaconselhou cirurgia porque equipa não a sabia fazer. Está a ser investigado
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. matrícula ERC número 127076

Home - Medicina - Médico de Lisboa desaconselhou cirurgia porque equipa não a sabia fazer. Está a ser investigado

MedicinaPaísSociedade

Médico de Lisboa desaconselhou cirurgia porque equipa não a sabia fazer. Está a ser investigado

Last updated: 7 de Abril, 2019
Redação
Share
4 Min Read
SHARE

(CC0/PD) Pixabay

O Centro Hospitalar Lisboa Norte abriu um processo disciplinar a um médico otorrino que alegadamente aconselhou a mãe de um doente a não aceitar a cirurgia ao seu filho porque a equipa não saberia realizar a operação.

Numa carta enviada à Ordem dos Médicos, a que a agência Lusa teve acesso, a administração do Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte — CHULN relata que instaurou um processo disciplinar a um médico do serviço de otorrinolaringologia que terá tentado dissuadir a mãe de uma criança de 11 anos de aceitar a realização de uma cirurgia que estava prevista e marcada. A criança acabou por ser submetida à operação, que consistia na colocação de um implante coclear, no dia 25 de março.

A mãe do doente informou por escrito a diretora clínica do hospital de que o médico em causa a contactou dias antes da cirurgia a indicar que não aceitasse a operação, “porque a equipa não sabe fazer a cirurgia”, segundo a carta a que a Lusa teve acesso.

A mãe relata ainda que o médico, que não acompanhava a criança, terá obtido o seu número de telefone através da direção da escola do filho, depois de tentar, sem sucesso, consegui-lo através da assistente social.

A agência Lusa contactou a administração do CHULN, que se escusou por enquanto a dar esclarecimentos porque decorre o processo disciplinar.

Segundo fontes hospitalares, a cirurgia à criança de 11 anos decorreu bem e na operação participaram três profissionais do Centro Hospitalar Lisboa Norte e dois do Centro Hospitalar Universitário de Coimbra, sendo dois deles os diretores de serviço de otorrino dos dois hospitais. O Centro Hospitalar de Coimbra é um centro de referência na área dos implantes cocleares e está a trabalhar em rede com o Centro Hospitalar Lisboa Norte.

Contactado pela Lusa, o bastonário da Ordem dos Médicos, Miguel Guimarães, afirma que ainda não teve oportunidade de ler a carta enviada pelo Centro Hospitalar Lisboa Norte, mas, pelo que lhe foi transmitido, adianta que “a situação é preocupante e tem de ser analisada e esclarecida”.

O serviço de otorrino do Santa Maria tem estado envolvido em polémica desde que, em 2016, foi nomeado Leonel Luís como diretor de serviço. Em finais de 2017, o Sindicato dos Médicos da Zona Sul apresentou uma denúncia no Ministério Público e autoridades de saúde contra o diretor do serviço de otorrinolaringologia, que acusa de irregularidades e perseguição.

No ano passado foi a vez de o diretor do serviço entregar no MP uma queixa crime por difamação e denúncia caluniosa contra a direção do Sindicato dos Médicos da Zona Sul e contra cinco colegas otorrinolaringologistas.

Fontes ligadas ao processo adiantaram à agência Lusa que o processo disciplinar agora instaurado pela administração visa um desses cinco colegas, médico que terá alegadamente obtido de forma indevida o contacto da mãe de um doente e terá tentado convencê-la a não realizar a cirurgia.

Também no ano passado, a Ordem dos Médicos decidiu que o Hospital Santa Maria tinha suspensa a sua autorização para formar internos na especialidade de otorrinolaringologia “por não estarem reunidas as condições exigíveis”. A Ordem prometeu uma avaliação no prazo de 12 meses, que estarão quase a esgotar-se.

À Lusa, o bastonário Miguel Guimarães indicou ter já solicitado ao colégio de especialidade de otorrino que avaliasse a capacidade formativa, tendo feito o mesmo pedido ao colégio de pneumologia em relação à idoneidade formativa no hospital Pulido Valente, também pertencente ao Centro Hospitalar Lisboa Norte.

Fonte: ZAP

TAGGED:DestaqueJustiçaLisboamedicinaNacionalsaúdeSociedade
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article PCP está a ser alvo de “campanha de ódio e difamação”
Next Article Mulher esteve a água e sumo durante três semanas. Agora, tem danos cerebrais
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

Município de Castelo de Paiva promove sessão sobre apoios a fundo perdido até 50%

Iniciativa em parceria com a associação comercial detalha regras do NORTE 2030 para empresas regionais.

Luís Cardoso debate percurso literário e independência de Timor em Penafiel

Escritor timorense é o protagonista da entrevista de vida conduzida por Ana…

Felgueiras recebe prova de encerramento do Campeonato da Europa de Ralis entre 23 e 25 de outubro

Concelho acolhe troços no Seixoso e Santa Quitéria no regresso da competição…

- Advertisement -
Ad imageAd image
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. matrícula ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?