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Home - Ciência - Cegos conseguem “ver” as letras que os cientistas desenharam no cérebro com eletricidade

CiênciaMedicina

Cegos conseguem “ver” as letras que os cientistas desenharam no cérebro com eletricidade

Last updated: 19 Maio, 2020 23:00
Redação
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Uma equipa de cientistas da Baylor College of Medicine, nos Estados Unidos, desenvolveu um novo implante cerebral que permite que os cegos “vejam” a forma das letras, sem usar os olhos.

Segundo o Science Alert, o dispositivo envia imagens captadas por uma câmara diretamente para o cérebro, através de elétrodos implantados.

“Quando usamos estimulação elétrica para traçar dinamicamente o contorno das letras diretamente no cérebro dos pacientes, eles foram capazes de ‘ver’ as formas e identificar corretamente diferentes letras”, explicou Daniel Yoshor, autor do artigo científico publicado recentemente na Cell.

De acordo com o investigador, os pacientes conseguiram “ver” pontos brilhantes ou linhas conectadas que formavam letras. Em vez de tratar cada elétrodo como um “pixel” para formar a imagem, a equipa “traçou o contorno” das letras.

“A nossa inspiração foi a ideia de traçar uma letra na palma da mão de alguém”, acrescentou o cientista Michael Beauchamp.

Em estudos anteriores, pacientes cegos já haviam conseguido visualizar pontos de luz. O desafio desta nova experiência passava por organizar esses pontos em formas geométricas identificáveis e letras.

Para fazê-lo, os cientistas usaram eletricidade para desenhar sobre a placa de elétrodos: a eletricidade passou pelos elétrodos até que um traçado fosse estabelecido na superfície do cérebro do participante. Enquanto recebiam o estímulo cerebral, os participantes reproduziam os desenhos com os dedos numa tela. Um dos participantes conseguiu uma taxa de acerto superior a 90%.

O dispositivo desenvolvido ainda se encontra dos estágios iniciais, uma vez que o cérebro é um órgão extremamente complexo e o número de elétrodos usado ainda é muito pequeno.

O córtex visual primário, a parte do cérebro que processa imagens e o local onde os elétrodos foram implantados, contém 500 milhões de neurónios. “Na nossa experiência estimulamos apenas uma pequena fração.”

O próximo passo da equipa é trabalhar com neuroengenheiros para desenvolver “conjuntos com milhares de elétrodos, para que possamos estimular o cérebro de forma mais precisa”.

“Com um novo hardware, os algoritmos de estímulo aprimorados vão ajudar-nos a realizar o sonho de entregar informação visual útil a deficientes visuais.”

TAGGED:Ciência & SaúdeDestaqueInovaçãomedicinaNeurologiaOftalmologiaZAPV
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