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Home - Ciência - Cientistas descobrem que (até) as amebas conseguem realizar cálculos complexos

Ciência

Cientistas descobrem que (até) as amebas conseguem realizar cálculos complexos

Last updated: 26 Dezembro, 2018 8:00
Redação
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USCDC / Wikimedia

Uma equipa de cientistas da Universidade de Keio, no Japão, descobriu em organismos primitivos unicelulares, como os ameboides, a capacidade de resolver um problema fundamental de otimização combinatória.

O problema, apelidado de “problema do vendedor ambulante”, é um ponto de referência em informática e possui um elevado grau de complexidade computacional.

A questão consiste em encontrar o caminho mais curto entre vários pontos (“cidades”), evitando passar mais do que uma vez pela mesma cidade e, finalmente, voltar ao ponto de partida. Ao que parece, e apesar da dificuldade da tarefas, as amebas resolveram de forma satisfatória problema.

Para levar a cabo a investigação, o professor Masashi Aono e os seus colaboradores colocaram uma ameba no centro de um chip, um prato redondo com 64 canais estreitos para cada um dos “pés falsos” que a ameba possui, tal como relata o portal Phys.org.

O chip, por sua vez, foi colocado numa placa de ágar, a partir da qual as amebas são alimentadas através dos seus pés falsos. Foi também por este motivo que os cientistas optaram por adaptar os chip para os 64 pés da ameba, dando assim a cada um dos pés um canal próprio de comunicação com a comida.

Ou seja, desta forma, a ameba não era capaz de se mexer, mas conseguia mover as suas “pernas” para captar o máximo de alimento (ágar) possível. Para obrigar as amebas a enfrentar certas restrições, e aproveitando o facto destes microrganismos não gostarem de luz, os cientistas iluminaram seletivamente alguns canais, enquanto que os demais acessos permaneceram com condições favoráveis à sobrevivência, com uma humidade de cerca de 95% e uma temperatura confortável para as amebas.

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=8GCJq-HQbyk?feature=oembed&w=700&h=525]

Sob estas condições, a ameba aprendeu rapidamente a encontrar um equilíbrio estável, acedendo sucessivamente ao ágar em diferentes pontos, uma vez com cada uma das suas ‘pernas’ e evitando a luz. Desta forma, a ameba conseguiu passar pelos 64 pontos no menor tempo possível.

Os cientistas acreditam que os seres unicelulares são capazes também de calcular entre centenas de opções e esperam que, futuramente, aprenda a fazê-lo.

TAGGED:ciênciaCiência & SaúdeDestaqueInformática
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