Ao usar este site, você concorda com o Política de Privacidade e o Termos de Uso.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: O código neuronal da ansiedade pode ter sido finalmente descoberto
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. matrícula ERC número 127076

Home - Ciência - O código neuronal da ansiedade pode ter sido finalmente descoberto

Ciência

O código neuronal da ansiedade pode ter sido finalmente descoberto

Last updated: 12 de Novembro, 2018
Redação
Share
4 Min Read
SHARE

Massachusetts General Hospital / Wikimedia

Os cientistas podem ter descoberto a assinatura neuronal da ansiedade e da tristeza. De acordo com um novo estudo, estes sentimentos podem estar associados à “conversa” entre duas áreas do cérebro. 

Para a descoberta, os cientistas rastrearam as conversas elétricas que ocorrem no cérebro, isto é, ouviram e analisaram os sinais que estas regiões cerebrais partilham mutuamente.

Quando uma pessoa se sentia mais em baixo, descobriram os cientistas, a comunicação entre as células neuronais de duas áreas específicas aumentava. Segundo a publicação, divulgada nesta quarta-feira na revista Cell, estas áreas cerebrais estão diretamente envolvidas na memória e não emoção

Apesar de se verificar um aumento na comunicação celular destas duas áreas, não é ainda certo se este acréscimo é a causa ou o efeito dos sentimentos em si, como o mau humor, notaram os cientistas. No entanto, a pesquisa permitiu definir qual é a área do cérebro onde se desenrola o fenómeno.

De forma bem mais clara, a pesquisa evidenciou que a ansiedade, a depressão  o humor tem manifestações físicas no cérebro – e isso é bom para os pacientes. “Para muitos pacientes é muito importante saberem se, quando estão deprimidos, isso se deve a algo mensurável e concreto no seu cérebro”, disse o co-autor do estudo Vikaas Sohal, psiquiatra da Universidade da Califórnia, em São Francisco.

“Para alguns pacientes, [a descoberta] pode fornecer uma validação importante e remover o estigma, impulsionando-os a procurar um tratamento adequado”, sustentou.

Procedimento experimental

Para obter estes resultados, a equipa recorreu a uma técnica apelidada de  eletroencefalografia intracraniana (EEG) que, tal como o próprio nome indica, implica implantar elétrodos ou fios elétricos dentro do crânio e do próprio cérebro. Depois da implantação, os cientistas conseguem registar a atividade elétrica das células cerebrais.

Estudos realizados anteriormente sobre a atividade cerebral e as emoções recorreram, na sua grande maioria, a ressonâncias magnéticas funcionais (fMRI) – imagens que medem as mudanças no fluxo sanguíneo no cérebro. Contudo, este era um método de medição de “forma indireta”, que não é capaz de “medir as mudanças na atividade cerebral que ocorrem muito rapidamente”, exemplificou Sohal.

Em contrapartida, implantar elétrodos no cérebro de um paciente é um procedimento mais invasivo. Tendo isto em conta, os médicos selecionaram para o estudo pacientes que estavam à espera de cirurgia tendo, por isso, elétrodos já implantados – neste caso, foram acompanhados 21 pacientes com epilepsia cujos elétrodos foram utilizados para mapear as zonas do cérebro que estavam a causar convulsões.

Os cientistas acompanharam a atividade cerebral dos pacientes entre sete a dez dias, registando os seu humor através de “diários de humor”.

A investigações descobriu que em 13 dos 21 pacientes o mau humor estava associado a um aumento entre a comunicação da amigada (região cerebral associada ao processamento de emoções) com o hipocampo (região envolvida na memória).

“A ideia de que as memórias de experiências e emoções negativas está intimamente relacionadas é uma pressuposto antigo da Psiquiatria e está no cerne da terapia cognitivo-comportamental”. Agora, as novas descobertas “podem representar uma base biológica para essa relação”, concluiu o cientista.

Tal como nota a Medical News Today, esta é a primeira vez que uma investigação científica analisa padrões cerebrais profundos ao longo de vários dias. Mais do que isso, a pesquisa regista as medições neuronais em situações diárias, podendo revelar-se importante para combater a condição médica e o estigma que lhe está associado.

TAGGED:ciênciaCiência & SaúdeDestaqueNeurologia
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article NASA mostra duas galáxias a colidir (e o que pode acontecer à Via Láctea)
Next Article Celtas decapitavam e embalsamavam as cabeça do inimigo como troféus
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

man in red jacket standing on white concrete building under blue and white cloudy sky during

Penafiel cobra taxa de um euro para baratear novas construções

Autarquia reduz encargo municipal de urbanização até ao final do próximo ano.

Câmara Municipal de Castelo de Paiva debate apoios a coletividades no dia 11

Sessão pública prevê a análise de subsídios a associações locais e contratação…

Castelo de Paiva debate obras na escola de Sobrado em sessão pública

Autarquia reúne esta terça-feira a comunidade escolar para detalhar a intervenção na…

- Advertisement -
Ad imageAd image
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. matrícula ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?