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Home - Economia - Negócios ruinosos na Caixa Geral de Depósitos continuam sem arguidos

Economia

Negócios ruinosos na Caixa Geral de Depósitos continuam sem arguidos

Last updated: 2 de Janeiro, 2019
Redação
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2 Min Read
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João Carvalho / wikimedia

Edifício-sede da Caixa Geral de Depósitos, CGD

Apesar de ter arrancado em 2016, o inquérito do Ministério Público aos maiores devedores da Caixa Geral de Depósitos (CGD) continua sem qualquer arguido constituído, confirmou a Procuradoria-Geral da República.

A Procuradoria-Geral da República confirmou ao Correio da Manhã, que avança a notícia nesta qurta-feora, que “o inquérito em que se investigam factos relacionados com a CGD encontra-se em investigação” e que “não tem arguidos constituídos“.

Estão em causa suspeitas de gestão danosa na atribuição de financiamentos. A lista com os 100 maiores devedores do banco estatal, com créditos em incumprimento cujo valor ascende a cerca de 2,5 mil milhões de euros, é considerada fulcral para a investigação, escreve o matutino.

Antes de se demitir em dezembro de 2016 e dar lugar a Paulo Macedo na liderança da Caixa, António Domingues comunicou ao Ministério Público os financiamentos contabilizados por devedor, respetivos montantes, datas de aprovação, imparidades, reestruturações, garantias e planos de recuperação dos créditos.

O diário recorda que entre os maiores devedores do banco estão o grupo Artlant (fábrica da ex-La Seda em Sines), a Acuinova (aquacultura da Pescanova em Mira), Vale do Lobo, o grupo Efacec e várias sociedades do Grupo Espírito Santo.

Fonte: ZAP

TAGGED:BancaCGDDestaqueEconomiaNacional
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