Ao usar este site, você concorda com o Política de Privacidade e o Termos de Uso.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: O Fundo de Resolução nasceu na troika e está em agonia. Buraco já supera os 7 mil milhões
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. Registro ERC número 127076

Home - Economia - O Fundo de Resolução nasceu na troika e está em agonia. Buraco já supera os 7 mil milhões

Economia

O Fundo de Resolução nasceu na troika e está em agonia. Buraco já supera os 7 mil milhões

Last updated: 28 Julho, 2020 13:00
Redação
Share
SHARE

Darren Riley / Flickr

O Fundo de Resolução foi criado para prestar apoio financeiro às medidas de resolução do Banco de Portugal, mas está em sufoco: as receitas não têm sido suficientes para responder aos pedidos anuais de capital do Novo Banco.

O Fundo de Resolução tem vindo a financiar as resoluções do Banif e do Banco Espírito Santo (BES), através dos seus fundos e com dinheiro emprestado pelo Estado. Segundo a edição desta terça-feira do Jornal de Negócios, estas operações já provocaram um buraco de sete mil milhões.

Nascido em 2012, por imposição da troika, este fundo tem sido alimentado pelas contribuições das instituições participantes, pela receita proveniente da contribuição sobre o setor bancário e pelos rendimentos líquidos apurados em cada exercício.

Quando estes fundos não chegam para apoiar as medida de resolução, é para o Estado que se voltam os holofotes. Foi exatamente o que aconteceu no caso do BES. Na capitalização do Novo Banco, uma vez que o Fundo de Resolução não tinha dinheiro suficiente, pediu um empréstimo de 3,9 mil milhões de euros ao Tesouro.

Mantinha-se a expectativa de que o Fundo de Resolução fosse capaz de pagar grande parte desta dívida ao Estado aquando da venda do Novo Banco, mas as receitas foram muito reduzidas ou nulas. Fruto das negociações, os bancos passaram a ter até 2046 para pagarem a dívida do fundo, usando para isso as receitas das contribuições bancárias.

No mesmo acordo, datado de 2017, quando foi fechada a venda do Novo Banco à Lone Star, ficou fechado que estes créditos iriam pagar uma taxa de juro de 2% até 2021, valor que vai variar a partir desse ano.

Em maio, o primeiro-ministro, António Costa, informou que o Estado já recebeu cerca de 500 milhões de euros em pagamento de juros.

O Fundo de Resolução tem ainda a seu cargo o mecanismo de capitalização contingente, que prevê que o fundo injete até 3,89 mil milhões de euros no Novo Banco. Até agora, o banco pediu 2,9 mil milhões de euros ao Fundo de Resolução.

Mas, de acordo com o Negócios, as receitas do fundo não têm sido suficientes para cumprir esta obrigações, pelo que o Estado emprestou, nos últimos dois anos, o máximo previsto: 850 milhões de euros.

Todos estes cheques têm vindo a agravar o buraco do Fundo de Resolução. No ano passado, superou a fasquia dos 7 mil milhões de euros e os prejuízos foram superiores a 100 milhões.


Fonte: ZAP

TAGGED:BancaBanco de PortugalBESDestaqueEconomiaNovo Banco
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article BCE pede à banca para não pagar dividendos até 2021 (e avisa sobre bónus)
Next Article Governo seleciona 37 projetos de hidrogénio (vão investir nove mil milhões de euros)
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

Castelo de Paiva: 40.ª edição dos Jogos Desportivos inicia com tributo ao movimento associativoCastelo de Paiva assinalou o 25 de Abril

com o arranque da 40.ª edição dos Jogos Desportivos e Culturais, evidenciando o forte espírito associativo do município. A autarquia…

Uma tragédia marcou o concelho de Castelo de Paiva na tarde de segunda-feira, com a morte por afogamento de um jovem de 23 anos, residente em Penafiel.

A vítima, Joary Viegas d’Abreu de Monte Cristo, natural de São Tomé…

A Caminhada da Família voltou a afirmar-se como uma iniciativa de forte adesão comunitária em Cinfães

reunindo cerca de 150 participantes numa manhã dedicada ao exercício físico, ao…

- Advertisement -
Ad imageAd image
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. Registro ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?