Ao usar este site, você concorda com o Política de Privacidade e o Termos de Uso.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: Portugal não vai ter de devolver verbas a Bruxelas
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. matrícula ERC número 127076

Home - Economia - Portugal não vai ter de devolver verbas a Bruxelas

Economia

Portugal não vai ter de devolver verbas a Bruxelas

Last updated: 13 de Dezembro, 2019
Redação
Share
2 Min Read
SHARE

Álvaro Millán / Flickr

Todos os programas operacionais ultrapassam em mais de 100% a meta definida para 2019, pelo que Portugal não terá de devolver qualquer verba a Bruxelas.

Cada programa operacional tem de dividir a sua dotação por sete (correspondente ao número de anos do quadro comunitário) e é esse o valor que é necessário executar três anos depois – a chamada regra do N+3, ou da guilhotina, que se aplica a todos os Estados-membros. Caso não o consigam cumprir, o montante remanescente tem de ser devolvido a Bruxelas.

De acordo com os dados do Ministério do Planeamento, a que o ECO teve acesso, a fasquia está em 132%, o que significa que parte dos 3,9 mil milhões de euros que Portugal tem de executar em 2020 já estão assegurados.

Portugal nunca teve de devolver dinheiro a Bruxelas e este ano não vai ser diferente. Os dados referentes a 30 de novembro demonstram que a regra do N+3 é cumprida com folga em todos os programas operacionais do Portugal 2020 e dos programas de cooperação.

Segundo o diário, o programa operacional que apresenta uma execução mais folgada face à meta definida para 2019 é o Programa Operacional dos Açores, com 175% de execução.

Contudo, tendo em conta a dimensão dos diferentes programas operacionais, o que apresenta uma maior execução em termos de volume é o Compete (o programa das empresas), com uma execução de 1,7 mil milhões de euros, a 30 de novembro deste ano.

Ainda assim, a margem de execução tem vindo a reduzir. No conjunto dos programas operacionais do Portugal 2020, no primeiro ano em que era necessário ter verbas executadas sob pena de as perder (2017), o país suplantou a meta por 84 pontos percentuais.

No ano seguinte, a margem caiu para 48 pontos e, este ano, no final de novembro, a folga era de 32 pontos percentuais.

Fonte: ZAP

TAGGED:DestaqueEconomiafinançasGovernoNacionalUnião Europeia
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article Meo vende 49,99% na rede de fibra à Morgan Stanley
Next Article Turismo, indústria e energia fazem do Norte região que mais cresceu em 2018
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

Município de Paredes reduz exclusão digital de migrantes com formação gratuita em agosto

Sessão de literacia gratuita capacita residentes estrangeiros no acesso ao Portal das Finanças e ao SNS

Arraial de Verão do Millennium bcp regressa ao Forum Braga para celebrar com a diáspora portuguesa

O tradicional evento dedicado aos portugueses residentes no exterior realiza-se no dia…

Castelo de Paiva organiza caça ao tesouro gratuita para famílias no Monte de S. Domingos

Iniciativa combina atividade física e exploração do património local marcada para o…

- Advertisement -
Ad imageAd image
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. matrícula ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?