Ao usar este site, você concorda com o Política de Privacidade e o Termos de Uso.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: “Separaram a family mas devia ter sido family and friends”
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. Registro ERC número 127076

Home - Economia - “Separaram a family mas devia ter sido family and friends”

Economia

“Separaram a family mas devia ter sido family and friends”

Last updated: 23 Março, 2019 11:45
Redação
Share
SHARE

José Sena Goulão / Lusa

O presidente do Novo Banco, António Ramalho, assumiu perante os deputados que a entidade financeira herdou activos tóxicos do Banco Espírito Santo (BES) que deviam ter ficado no “banco mau”, lamentando que se separou a família Espírito Santo do “banco bom”, mas que não se separaram os seus “amigos”.

As declarações de António Ramalho foram feitas perante os deputados da Comissão Parlamentar de Orçamento e Finanças, onde o presidente do Novo Banco sustentou que aquando da resolução do BES, “os activos que foram escolhidos foram os de maior risco“, referentes a “Angola, Miami, Líbia e todo o grupo Espírito Santo”, que podem ser “identificados como família”.

“Dentro do Novo Banco o que ouvi é que foi separado o family, esqueceram-se que se devia separar family and friends“, atirou o responsável, frisando que “havia um conjunto de outros activos que tinham problemas significativos” e que deviam ter ficado no “banco mau”, conforme cita o Jornal de Negócios.

António Ramalho também referiu aos deputados que dos 44 créditos mais problemáticos e “mais mediáticos” do Novo Banco, “no valor de 4,2 mil milhões de euros“, já foi possível recuperar “1,5 mil milhões de euros”. Foram recuperados “500 milhões de euros em imóveis e mil milhões em dinheiro”, acrescentou.

O presidente do Novo Banco afirmou também que a resolução do BES “não foi preparada totalmente”, notando que os 4,9 mil milhões de euros injectados à data dessa operação foram “insuficientes”.

Após a apresentação de prejuízos superiores a 1,4 mil milhões de euros em 2018, o Novo Banco pediu uma injecção de capital de 1,15 mil milhões de euros ao Fundo de Resolução. O Estado vai ceder a maior fatia da verba.

Fonte: ZAP

TAGGED:BESEconomiaNacionalNovo BancoRicardo Salgado
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article A/C dos CTT: Os correios espanhóis estão a caminho de Portugal
Next Article Nem beijinhos, nem abraços. O norte recebeu Marcelo com protestos
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

Setor nacional da madeira ganha destaque em Nantes através da iniciativa da Aimmp

Quatorze empresas portuguesas marcaram posição no Carrefour International du Bois para alargar horizontes comerciais em França

Primeira edição do Raiva em Festa confirma potencial turístico do Santuário de S. Domingos

Esta nova aposta cultural e recreativa da Junta de Freguesia da Raiva,…

Close-up of serene water surface showcasing gentle ripples and warm reflections in natural light.
Reservatório de Lagoa em Gaia recebe obras de 600 mil euros para garantir água ao Grande Porto

Intervenção da Águas do Douro e Paiva reabilita infraestrutura com 23 anos…

- Advertisement -
Ad imageAd image
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. Registro ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?