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Mais de metade das baixas médicas na Educação foram fraudulentas

Alegri / Wikimedia

Mais de metade dos avaliados acabara por regressar ao trabalho

Entre março e agosto, mais de metade das seis mil baixas atribuídas por doença na área da educação que foram controladas por uma junta média revelaram-se fraudulentas, revela a Comissão Europeia.  

Os dados, a que o Jornal de Negócios teve acesso e avançou nesta quarta-feira, constam de um relatório da Comissão Europeia sobre o absentismo no setor público.

“A verificação de cerca de seis mil juntas médicas, no sector da educação no final de 2017, para identificar baixas por doença incorretas, contribuiu para o regresso ao trabalho de mais de metade dos casos avaliados”, esclarece o documento.

O matutino relembra que no relatório do Orçamento do Estado para 2018, o Ministério das Finanças já havia revelado que estava a preparar um plano para reduzir o absentismo, com o objetivo de poupar 60 milhões de euros – cerca de 10 milhões de euros eram referentes ao sector da educação.

Uma das medidas previstas do plano de combate ao absentismo era precisamente o reforço dos processos de auditoria e de fiscalização das baixas médicas.

Fonte: ZAP