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Home - Coronavírus - “Estamos a falar de doze zeros”, diz Centeno sobre plano de recuperação para a UE

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“Estamos a falar de doze zeros”, diz Centeno sobre plano de recuperação para a UE

Last updated: 21 Abril, 2020 12:15
Redação
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Stephanie Lecocq / EPA

O presidente do Eurogrupo, Mario Centeno

Mario Centeno declarou que o plano de resposta à emergência económica da União Europeia (UE) face à pandemia, “que a presidente da Comissão e o presidente do Conselho Europeu têm agora a responsabilidade de preparar”, pode passar pela criação de um fundo de biliões de euros, com “doze zeros”.

“São doze zeros. As nossas calculadoras dos telemóveis não dão para introduzir esses números. Só calculadoras científicas conseguem lidar com doze zeros”, disse o presidente do Eurogrupo, Mario Centeno, em entrevista ao Público esta terça-feira.

O plano da UE para recuperação passa por “um fundo que possibilita uma repartição dos custos do período de recuperação ao longo do tempo”, disse, frisando o “compromisso de prolongar ou distribuir ao longo do tempo o custo financeiro que será muito concentrado no período de recuperação imediato”.

O também ministro das Finanças português explicou que a fase de resposta de emergência a nível europeu conta o programa SURE da Comissão Europeia – de apoio ao emprego -, no valor de 100 mil milhões de euros, bem como com os empréstimos do Banco Europeu de Investimento, no valor de 200 mil milhões de euros.

Essa resposta inclui ainda o recurso ao Mecanismo Europeu de Estabilidade, “uma rede de proteção, sem condicionalismos, sem troikas, sem programas de ajustamento, para que os Estados possam aceder a financiamento com custos equiparáveis entre todos”, indicou.

“Qual é a soma disto tudo? Era aí que queria chegar para comparar com os EUA. Até à data, a resposta orçamental dos Estados-membros soma cerca de 3% do PIB da UE. Estamos a falar de mais de 500 mil milhões de euros”, sublinhou.

Segundo Centeno, embora ainda existem “divergências” sobre o plano, estas tendem a ocorrer “antes de chegar a um consenso”. “Não devemos ficar muito ansiosos”, declarou.

“Estou muito confiante e muito seguro de que essa resposta vai aparecer. As forças que têm permitido construir a Europa vão estar presentes nesta discussão e vão levar-nos a um porto seguro”, disse, elogiando a capacidade das instituições europeias para “inovar” ao lidar com “uma crise que só conseguíamos imaginar num cenário de ficção”.

Na entrevista, Centeno sublinhou que, no segundo trimestre de 2020, haverá “uma recessão verdadeiramente avassaladora”. “Muitas das estimativas para o segundo trimestre deste ano a nível europeu apontam para uma queda do PIB de 20%. No pior dos trimestres da anterior crise, a queda do PIB foi de 4% ou 5%. É uma escala que não tem rigorosamente nada que ver com qualquer situação anterior”, referiu.

É agora necessário “perceber a vertigem que foi este mês para os governos, os Estados, as nossas comunidades e instituições, e ver a rapidez com que reagimos”, acrescentou.

A Europa, continuou, está a dar uma resposta à crise com mais “rapidez” do que aconteceu em 2008. Aquela, continuou, foi “pré-anunciada pelo menos com 10 anos de antecedência” por “analistas, académicos, políticos, economistas”, mas “a resposta foi tímida, nalgumas dimensões porventura mesmo errada”, demorando “quase quatro anos”.

“Desta vez, esta crise não foi anunciada. É uma crise que só conseguíamos imaginar num cenário de ficção. Levou-nos 10 dias, entre a primeira reunião do Eurogrupo em que a solução começou a ser desenhada e a sua aprovação final”, destacou ainda.

Fonte: ZAP

TAGGED:CoronavirusDestaqueEconomiaMundoSaúde PúblicaUnião Europeia
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