Ao usar este site, você concorda com o Política de Privacidade e o Termos de Uso.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: Autistas são bons a matemática (e agora sabemos porquê)
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. Registro ERC número 127076

Home - Ciência - Autistas são bons a matemática (e agora sabemos porquê)

CiênciaNotícias

Autistas são bons a matemática (e agora sabemos porquê)

Last updated: 12 Agosto, 2018 16:50
Redação
Share
SHARE

(CC0/PD) geralt / pixabay

O transtorno do espetro do autismo causa muitos desafios, mas essas diferenças cerebrais podem também tornar algumas tarefas um pouco mais fáceis.

Uma investigação recente, realizada por um psicólogo italiano, fornece provas que relacionam o pensamento sistemático à capacidade matemática, o que ajuda a explica por que muitos indivíduos que sofrem de autismo tendem a ter uma mente especialmente vocacionada para os números.

O cérebro tende a ter duas abordagens diferentes para encontrar soluções para um determinado dilema: ou identificamos relações impessoais entre categorias e prevemos um resultado, ou usamos uma variedade de funções sociais para avaliar uma conclusão.

Estas tendências sistemáticas em contraposição com as empáticas têm as suas vantagens e desvantagens. Muitas vezes, misturamos e combinamos os processos à medida que raciocinamos, nos relacionamos, em suma, vivemos.

No entanto, os indivíduos têm sempre as suas preferências, tanto como resultado de respostas aprendidas como graças a caminhos neurológicos distintos. Isto ajuda a explicar o facto de alguns serem melhores a resolver certo tipo de problemas do que outros.

Aspetos relacionados com a resolução de quebra-cabeças da matemática exigem mais este tipo de pensamento sistemático. Todavia, apesar de ser óbvio que as pessoas com este tipo de pensamento têm um talento especial para a matemática, a ciência não comprovava esse dado (quase) adquirido.

Assim, Paola Bressan, psicóloga da Universidade de Pádua, notou a ausência de evidências sobre o assunto, e decidiu investigar. Para isso, convidou cerca de 200 estudantes universitários e investigou-os individualmente, analisando particularmente as suas habilidades matemáticas, a capacidade de sistematizar e de resolver problemas fazendo uso da ciência dos números.

Os resultados foram compatíveis com o que a especialista esperava. Os alunos que fizeram disciplinas matemáticas, como engenharia e física, tenderam a aplicar o pensamento sistemático em vez do empático.

Contudo, a população estudada estava limitada a estudantes universitários de origem semelhante. Assim, os investigadores decidiram dar o passo seguinte: aplicar estas descobertas ao autismo é um salto muito grande, mas não irracional, isto porque investigações anteriores sugeriram que o autismo aumenta a probabilidade de a pessoa obter melhores resultados na matemática.

Além disso, há também teorias que argumentam que os autistas têm tendência de hiper-sistematizar, tornando mais provável que se tornem em pessoas resistentes à mudança e se concentrem atentamente em certos padrões comportamentais.

Assim, muitos indivíduos diagnosticados com transtorno do espetro do autismo têm habilidades aritméticas e senso numérico acima da média (pensamento sistemático), mas lutam muitas vezes contra a matemática quando ela é enquadrada num cenário do mundo real, como um problema de palavras (pensamento empático).

Ajustar as aplicações da matemática em termos de pensamento sistemático e empático poderia fazer com que os professores estudassem novas estratégias para ajudarem os alunos – e não apenas os que sofrem de autismo, mas todos nós.

TAGGED:AutismociênciaCiência & SaúdeDestaqueMatemáticaNotíciasPsicologia
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article Deficiente físico busca competir em paraolimpíada e inicia vaquinha para realizar seu sonho
Next Article Há chuva de estrelas este domingo à noite
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

João Morgado apresenta Cemitério de Pardais na Biblioteca Municipal de Penafiel a 24 de julho

Penafiel, Portugal – O Auditório Germano Silva, integrado na Biblioteca Municipal de Penafiel, torna-se o epicentro de uma noite dedicada…

Moradores de Fornos ganham nova rede de águas e pavimentos após obras em quatro ruas

Intervenção abrange quatro arruamentos na freguesia de Fornos com o objetivo de…

Villa Romana de Sendim em Felgueiras integra rede regional de turismo cultural Romano a Norte

Distinção da CCDR NORTE valoriza o património arqueológico local e facilita o…

- Advertisement -
Ad imageAd image
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. Registro ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?