Ao utilizar este site, concorda com a Política de Privacidade e com os Termos de Utilização.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: Sentença arrasadora. Figueira condenado a prisão efectiva por subornos de Manuel Vicente
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. Registo ERC número 127076

Home - País - Sentença arrasadora. Figueira condenado a prisão efectiva por subornos de Manuel Vicente

País

Sentença arrasadora. Figueira condenado a prisão efectiva por subornos de Manuel Vicente

Redação
Last updated: 8 Dezembro, 2018 13:45
Redação
Share
SHARE

Manuel de Almeida / Lusa

O ex-procurador do Ministério Público Orlando Figueira à saída julgamento da Operação Fizz onde é arguido.

O ex-procurador do Ministério Público Orlando Figueira foi condenado a seis anos e oito meses de prisão efectiva no âmbito do Operação Fizz, com o Tribunal a considerar como provado que tentou favorecer o ex-vice-presidente de Angola, Manuel Vicente.

O tribunal condenou também o advogado Paulo Amaral Blanco a quatro anos e quatro meses de prisão, mas com pena suspensa, por co-autoria nos crimes de corrupção activa, branqueamento de capitais e violação de segredo de justiça.

Os juízes deram como provado que Orlando Figueira, ex-magistrado do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), tentou “favorecer” Manuel Vicente, o ex-vice-presidente de Angola, “quando não investigou como devia a proveniência do dinheiro usado na compra de um apartamento”, como cita o Público.

O ex-magistrado estava acusado de ter recebido subornos de Manuel Vicente para arquivar inquéritos que o visavam, nomeadamente um processo em que o ex-vice-presidente de Angola era suspeito devido à origem desconhecida dos 3,8 milhões de euros que utilizou para adquirir um apartamento de luxo no Estoril.

A acusação, dada como provada, argumentava que Orlando Figueira recebeu subornos de 760 mil euros e a oferta de um emprego de assessor jurídico no Banco Privado Atlântico, em Angola, como contrapartidas para o arquivamento dos inquéritos.

Orlando Figueira é condenado pelos crimes de corrupção passiva qualificada, branqueamento de capitais, violação do segredo de justiça e falsificação de documentos. E além da pena de prisão efectiva, fica ainda interditado do exercício de funções na magistratura durante cinco anos.

Como pena acessória, serão declarados perdidos a favor do Estado valores e bens do ex-magistrado até ao montante total de 763 mil euros.

Ilibado no processo foi o empresário Armindo Pires, outro dos arguidos da Operação Fizz, com o tribunal a entender que “a conexão dos factos no processo não é abundante” e que os indícios “são insuficientes” para que haja uma condenação.

O processo-crime relativo a Manuel Vicente foi separado do resto da Operação Fizz e foi enviado para Angola, depois de o caso ter causado tensões diplomáticas entre o Estado angolano e Portugal.

Cargo público pesou na condenação

A sentença que é arrasadora para Orlando Figueira, questionando a sua “credibilidade”, destaca como agravante o facto de os crimes terem sido cometidos por “um titular de cargo público de grande dimensão”.

O acórdão aponta que o ex-magistrado “denotou ausência de consciência crítica e valorativa sobre os actos que praticou, bem como uma ausência de interiorização dos deveres do titular de um cargo público de grande dimensão”.

O colectivo de juízes destaca também a “gravidade da degradação dos deveres inerentes ao cargo” que ocupava e à “confiança nele depositada pela comunidade dos bens jurídicos” e uma “total ausência de arrependimento”.

O arguido “agiu com dolo directo e intenso, dentro do quadro das funções que exercia”, aponta ainda a decisão judicial.

Orlando Figueira já anunciou que vai recorrer da sentença, admitindo também que pode vir a apresentar uma queixa-crime contra os juízes por denegação de justiça.

Fonte: ZAP

TAGGED:AngolacorrupçãoDestaqueJustiçaNacionalOperação Fizz
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article Falso ministro telefonou a autarca a pedir emprego para amigo
Next Article Chang’e-4 no Espaço. Chineses vão plantar batatas no lado oculto da Lua
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

15 − eight =

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

Castelo de Paiva intensifica atuação de proximidade com equipas do programa “Radar Social” no território

A Autarquia de Castelo de Paiva tem a decorrer o “Programa Radar Social”, uma ação que mobiliza diariamente três profissionais…

Castelo de Paiva inicia candidaturas ao Programa de Incentivo ao Movimento Associativo 2026 até meados de fevereiro

O Município de Castelo de Paiva informou a abertura do prazo de…

FUNCIONÁRIA DA AUTARQUIA EM ESTADO CRÍTICO APÓS ATROPELAMENTO POR CAMIÃO DO LIXO EM PENAFIEL

Uma funcionária da Câmara Municipal de Penafiel ficou em estado crítico depois…

- Advertisement -
Ad imageAd image

Você também pode gostar

Taxa sobre produtos poluentes rendeu 200 milhões em dois anos

Zuvor / Flickr A taxa aplicada sobre produtos poluentes – plástico, cartão, embalagens de vidro, entre outros -, rendeu ao…

“Covid shot tax”. Ex-governante português propõe novo imposto para os cidadãos europeus ajudarem a pagar a crise

Álvaro Millán / Flickr Uma “Covid shot tax de salvação europeia”. A ideia é do antigo secretário de Estado dos…

Marcelo promulga “lei Uber” e alteração à lei da identidade de género

José Sena Goulão / Lusa O presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa Marcelo Rebelo de Sousa promulgou, esta terça-feira,…

Governo produziu “fake Constituição” para afastar Joana Marques Vidal

PSD / Flickr Sem meias palavras, Paulo Rangel deixou clara a sua posição: a Procuradora-Geral da República (PGR) tem de…

De Castelo de Paiva para todo Portugal! logo paivense

Regional

  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Paredes
  • Penafiel
  • Tamega e Sousa

Cotidiano

  • Desporto
  • Economia
  • Educação
  • Mundo
  • Política

Saúde

  • Ciência
  • Coronavírus
  • Medicina
  • Saúde e Bem Estar
  • Saúde Pública

Cultural

  • Arte
  • Carnaval
  • Cultura
  • Literatura
  • Música

Mais

  • Beleza
  • Curiosidade
  • Internet
  • Opinião
  • Sociedade

Visão: Relevância, verdade, agilidade, credibilidade e eficiência / Contacto: info@paivense.pt / mf@pressmf.global

© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. Registo ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

18 + seventeen =

Lost your password?