Ao usar este site, você concorda com o Política de Privacidade e o Termos de Uso.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: Ex-líder da PJ Militar empurra responsabilidade na encenação de Tancos para subalternos
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. Registro ERC número 127076

Home - País - Ex-líder da PJ Militar empurra responsabilidade na encenação de Tancos para subalternos

PaísPolítica

Ex-líder da PJ Militar empurra responsabilidade na encenação de Tancos para subalternos

Last updated: 8 Outubro, 2018 11:30
Redação
Share
SHARE

Paulo Novais / Lusa

Entrada dos Paióis Nacionais do Polígono Militar de Tancos

O ex-diretor-geral da Polícia Judiciária Militar (PJM), o coronel Luís Vieira, atualmente em prisão preventiva, terá negado qualquer envolvimento no encobrimento do roubo nas armas de Tancos.

De acordo com o Jornal de Notícias, que avança com a notícia na sua edição impressa nesta terça-feira, o ex-diretor geral terá garantido nada saber sobre o caso, remetendo responsabilidades para os seus subalternos.

Durante os interrogatórios, o coronel Luís Vieira garantiu não estar a par da parte operacional da PJM, assegurando que as suas funções se limitavam às de um gestor, sem qualquer intervenção direta no dia-a-dia das operações, apurou o matutino.

Ao assegurar não estar envolvido no processo de encobrimento, o coronel Luís Vieira contraria o depoimento do ex-porta-voz da PJM, Vasco Brazão, que disse ter ido com Luís Vieira informar o ministro da Defesa sobre a encenação montada na Chamusca.

Segundo o diário, o ex-diretor-geral terá apontado um outro oficial, que não é arguido no processo, e Vasco Brazão, como os verdadeiros operacionais da PJM.

Reagindo ao alegado conhecimento de Azeredo Lopes, o primeiro-ministro manteve a confiança política no ministro da Defesa. “Desconheço em absoluto o que tenha sido dito por qualquer pessoa em qualquer depoimento, que aliás presumo que esteja em segredo de justiça”, afirmou António Costa.

Fonte: ZAP

TAGGED:DefesaDestaqueGovernoNacionalpolítica
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article A maioria das cobras são canibais, dizem os cientistas
Next Article Governo tinha sido avisado para riscos em Sintra-Cascais
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

Comando da GNR em Viseu promove colheita de sangue na Biblioteca de Cinfães no dia 29 de junho

A iniciativa solidária decorre na biblioteca municipal durante a manhã do último sábado de junho

Castelo de Paiva organiza edição de 2026 da Feira do Vinho Verde para promover produtores

O evento de referência regional decorre durante o primeiro fim de semana…

Pavilhão Multiusos de Paredes acolhe segunda edição da maratona de Puzzles durante 24 horas

Competição internacional reúne oito dezenas de entusiastas de seis países diferentes neste…

- Advertisement -
Ad imageAd image
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. Registro ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?