Ao usar este site, você concorda com o Política de Privacidade e o Termos de Uso.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: “Manobras político-mediáticas”. Novo Banco lamenta ser usado como arma de arremesso político
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. matrícula ERC número 127076

Home - Economia - “Manobras político-mediáticas”. Novo Banco lamenta ser usado como arma de arremesso político

EconomiaPolítica

“Manobras político-mediáticas”. Novo Banco lamenta ser usado como arma de arremesso político

Last updated: 21 de Maio, 2020
Redação
Share
4 Min Read
SHARE

José Sena Goulão / Lusa

António Ramalho, presidente do Novo Banco

O Conselho de Administração do Novo Banco lamentou esta quinta-feira “profundamente” que a instituição continue a ser usada “como arma de arremesso político e/ou manobras político-mediáticas”.

A comunicação do banco surge depois de a injeção de capital na instituição bancária ter marcado o debate quinzenal desta quarta-feira, no Parlamento.

Em comunicado citado pela Lusa, o Novo Banco diz que é “seguramente uma das entidades bancárias mais escrutinadas, tanto a nível nacional como a nível europeu, fruto, aliás, do processo que lhe deu origem”, tendo o próprio presidente executivo, por várias vezes, se deslocado ao parlamento para prestar todos os esclarecimentos pedidos.

“Se, apesar de tudo, subsistem dúvidas sobre a criação e a forma como é gerido o Novo Banco, como transpareceu, uma vez mais, do debate parlamentar de ontem à tarde, os senhores deputados devem procurar, através de todas as iniciativas, e sublinhamos todas as iniciativas que estão nas suas atribuições, apurar tudo o que quiserem”, disse.

O Novo Banco reitera assim que está disponível “para tudo esclarecer”, mas “não pode continuar a assistir a constantes manobras que só prejudicam a sua atividade, perturbam o esforço de recuperação duramente realizado por milhares de colaboradores do banco, que diariamente servem centenas de milhares de clientes” e esquecem a importância do Novo Banco para a economia do país, que “ficou bem evidenciada, sobretudo nesta hora de maior dificuldade para as empresas e famílias portuguesas”.

Novo Banco aqueceu debate

O primeiro-ministro, António Costa, disse na quarta-feira que, se a auditoria ao Novo Banco vier a revelar falhas de gestão que injustifiquem as injeções de capital, o Fundo de Resolução “tem toda a legitimidade” para recuperar o dinheiro.

A coordenadora do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, arrancou o debate quinzenal com a questão do Novo Banco por considerar necessário saber o que mudou para que “uma auditoria que era indispensável agora ser dispensável”, deixando uma pergunta a António Costa: “quando a auditoria for conhecida, como é? Se tiver sido mal gerido o Novo Banco, vamos lá buscar o dinheiro?”. Em resposta, o primeiro-ministro começou por distinguir “os diferentes intervenientes” do Estado.

“Se pelo Estado se refere ao Fundo de Resolução, que é quem tem feito as injeções de capital no Novo Banco, não tenho a menor das dúvidas de que, se a auditoria vier a dizer que o banco cometeu falhas de gestão que injustificavam as injeções que forem feitas, o Fundo de Resolução tem toda a legitimidade para agir no sentido da recuperação do dinheiro que desembolsou e que não tinha que desembolsar”, considerou.

Costa foi mais longe e disse mesmo estar “aliás desconfiado” que, sendo o Fundo de Resolução financiado pelos outros bancos, “concorrentes do Novo Banco”, que estes “não estejam propriamente disponíveis para financiar a má gestão do Novo Banco”.

No que diz respeito ao “Estado-Governo”, o papel que este tem, de acordo com o primeiro-ministro, “não é injetar dinheiro no Novo Banco, é emprestar dinheiro ao Fundo de Resolução”. “Se depois o dinheiro que o Fundo de Resolução injetou no Novo Banco foi mal injetado e isso vier a ser verificado na auditoria, com certeza que o fundo de resolução terá de retirar daí as necessárias ilações”, apontou.

Em causa está uma nova transferência do Estado para o Fundo de Resolução de 850 milhões destinados à recapitalização do Novo Banco, que foi conhecida na semana passada, levando a uma crise política entre António Costa e Mário Centeno.

Fonte: ZAP

TAGGED:BancaBESDestaqueEconomiaGovernoNovo Bancopolítica
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article CM de Castelo de Paiva autoriza reabertura de parques e zonas de lazer do concelho
Next Article Foi revelada a última filmagem conhecida de um lobo-da-tasmânia
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

Federação das Associações da Diáspora reforça rede internacional em encontro realizado em Viseu

A Federação das Associações da Diáspora (FAD) realizou, nos dias 8 e 9 de agosto, no Solar dos Peixotos, em…

Cônsul honorária de Cabo Verde para os distritos de Castelo Branco, Guarda e Viseu reforça cooperação institucional entre o Rio de Janeiro e o interior português durante visita oficial à cidade maravilhosa

A cônsul honorária da República de Cabo Verde em Portugal para os…

Penafiel abre período de candidaturas para a sua nova residência universitária

Penafiel, Portugal – Os estudantes que elegeram Penafiel para o seu percurso…

- Advertisement -
Ad imageAd image
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. matrícula ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?