Ao usar este site, você concorda com o Política de Privacidade e o Termos de Uso.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: Salgado. “A montanha vai parir um rato” (mas ainda vamos saber o que aconteceu)
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. matrícula ERC número 127076

Home - Economia - Salgado. “A montanha vai parir um rato” (mas ainda vamos saber o que aconteceu)

EconomiaPolítica

Salgado. “A montanha vai parir um rato” (mas ainda vamos saber o que aconteceu)

Last updated: 4 de Julho, 2020
Redação
Share
4 Min Read
SHARE

José Sena Goulão / Lusa

A defesa de Ricardo Salgado disse, esta sexta-feira, que ficou claro, na instrução da Operação Marquês, que o mais provável é a absolvição do ex-presidente do BES dos crimes de corrupção e que “a montanha vai parir um rato”.

Segundo o advogado Francisco Proença de Carvalho, na acusação do Ministério Público (MP) “não constam, nem poderiam constar, factos e provas que permitam incriminar Ricardo Salgado, existem apenas muitas suposições, presunções e conclusões genéricas”, afirmando ter a profunda convicção da absolvição do banqueiro.

Apesar de não ter pedido a abertura de instrução, a defesa apresentou as suas conclusões e, tal como os restantes advogados, foi muito critica em relação à atuação do Ministério Público, dizendo que neste processo, cujo primeiro arguido é o ex-primeiro-ministro José Sócrates, pretendeu-se “fazer justiça popular e não no tribunal”, através de fugas de informação cirúrgicas, com os arguidos “a serem esmagados pela opinião pública”.

Para o advogado, “Ricardo Salgado é acusado neste processo só por ser quem é e pelo que representa. É claramente mais provável a absolvição do que a condenação de Ricardo Salgado. A contraprova é esmagadora no sentido de que não poder ter havido corrupção, não uma escuta nem um documento que comprove”.

Quanto às declarações do luso-angolano Helder Bataglia, arguido que o MP utilizou para imputar o crime de corrupção ao ex-presidente do GES, o advogado considerou que se trata de uma “prova sem qualquer valor”, reconhecendo, porém, que esta espécie de delação premiada terá permitido que o empresário não fosse acusado de corrupção.

“Helder Bataglia nunca foi empregado, nem subordinado, nem fazia fretes a Ricardo Salgado, era sim um parceiro de negócios”, afirmar.

Ainda vamos saber o que aconteceu

Francisco Proença de Carvalho também rebateu a tese da acusação em torno da PT, que envolve Ricardo Salgado, dizendo que “é pura especulação e a acusação está minada”. Na sua intervenção, várias vezes o advogado remeteu para o futuro dizendo: “quanto ao BES ainda vamos ter muito pano para mangas, ainda vamos saber o que aconteceu”.

“Ricardo Salgado não corrompeu ninguém, a acusação está morta. Tenho a profunda convicção de que ele vai ser absolvido neste processo”, concluiu.

Na Operação Marquês, Ricardo Salgado está acusado de 21 crimes de natureza económico-financeira, nomeadamente corrupção ativa de titular de cargo político, corrupção ativa, branqueamento de capitais, abuso de confiança, falsificação de documento e fraude fiscal qualificada.

Após a defesa de Ricardo Salgado, coube ao advogado Raul Soares da Veiga alegar em defesa do arquiteto Luís Marques e Ferreira dos Santos, acusados em coautoria de vários crimes de corrupção passiva e branqueamento de capitais.

O MP sustenta na acusação que José Sócrates recebeu cerca de 34 milhões de euros, entre 2006 e 2015, a troco de favorecimentos a interesses do ex-banqueiro no Grupo Espírito Santos e na Portugal Telecom, bem como por garantir a concessão de financiamento da Caixa Geral de Depósitos ao empreendimento Vale do Lobo, no Algarve, e por favorecer negócios do Grupo Lena.

Fonte: ZAP

TAGGED:BEScorrupçãoDestaqueEconomiaJustiçaNacionalpolíticaRicardo Salgado
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article Misteriosa cruz de mármore com 1.200 anos encontrada no Paquistão
Next Article Rio não sabe se demitia Temido. E Infarmed começa a ser “um pouco mais do mesmo”
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

Fundação Calouste Gulbenkian recruta mentores para apoiar alunos em Castelo de Paiva

Programa procura voluntários para acompanhar jovens do ensino secundário na descoberta de percursos académicos e profissionais

Ferreiros de Tendais promove encontro intergeracional no Largo de Ruivais a 8 de agosto

Cinfães, Portugal – O Largo de Ruivais, situado na freguesia de Ferreiros…

Rita Guerra traz a sua voz emblemática ao palco da Expolixa em Felgueiras este sábado

O concerto da intérprete marca o ponto alto de um dia preenchido…

- Advertisement -
Ad imageAd image
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. matrícula ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?