Ao usar este site, você concorda com o Política de Privacidade e o Termos de Uso.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: “Terminou politização da PGR”. Processo Vicente segue para Angola
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. matrícula ERC número 127076

Home - Mundo - “Terminou politização da PGR”. Processo Vicente segue para Angola

MundoPaísPolítica

“Terminou politização da PGR”. Processo Vicente segue para Angola

Last updated: 11 de Maio, 2018
Redação
Share
4 Min Read
SHARE

Amanda Lucidon, WHite House / Flickr

Manuel Vicente, ex-vice-presidente de Angola

O ministro da Comunicação Social angolano, João Melo, considerou esta quinta-feira que, com a decisão de transferir para Angola do processo que envolve o ex-vice-Presidente Manuel Vicente, terminou a “politização do caso feita pela PGR portuguesa”.

A reação foi assumida pelo governante através da sua conta oficial na rede social Twitter, que utiliza regularmente, pouco depois de conhecida a decisão do Tribunal da Relação de Lisboa, que deu razão ao recurso da defesa, determinando que o processo contra o ex-vice-presidente Manuel Vicente no âmbito da Operação Fizz prossiga em Angola.

Ministério Público português tinha imputado ao antigo vice-presidente angolano crimes de corrupção ativa, branqueamento de capitais e falsificação de documento.

“O processo que envolve o antigo vice-Presidente angolano e a Justiça Lusa será remetido para Luanda, como requerido pelos seus advogados. O Estado angolano apoiou essa posição. O Tribunal da Relação de Lisboa pôs fim à politização do caso feita pela PGR portuguesa”, escreveu o ministro da Comunicação Social.

O Tribunal na Relação de Lisboa considerou que a aplicação da lei da amnistia aos factos imputados ao ex-vice-Presidente angolano, Manuel Vicente, no processo Operação Fizz, “não põe em causa a boa administração da Justiça“.

Segundo a decisão, a que a agência Lusa teve acesso, a potencial aplicação pelas autoridades judiciárias de Angola da lei da amnistia aos factos imputados ao antigo governante “faria parte do funcionamento normal de um mecanismo do sistema jurídico angolano e não põe em causa a boa administração da justiça”.

Além do argumento de que a boa administração da Justiça “não se identifica sempre e necessariamente com a condenação e o cumprimento da pena“, os juízes Cláudio Ximenes e Manuel Almeida Cabral entendem, por outro lado, que, caso haja condenação, também a reinserção social justifica a continuação do processo contra o ex-presidente da petrolífera Sonangol em Angola.

Na decisão, os juízes tiveram em conta a resposta do procurador-geral da República de Angola de que não haveria possibilidade de cumprir uma eventual carta rogatória para audição e constituição de arguido e que Manuel Vicente, depois de cessar funções como vice-Presidente, “só poderia ser julgado por crimes estranhos ao exercício das suas funções decorridos cinco anos sobre a data do termo do mandato”.

Contactada pela Lusa, a Procuradoria-Geral da República adiantou que “a decisão do Tribunal da Relação não é passível de recurso“.

Em janeiro, o Presidente angolano, João Lourenço, afirmou que as relações entre Portugal e Angola vão “depender muito” da resolução do processo de Manuel Vicente e classificou a atitude da Justiça portuguesa até então como “uma ofensa” para o seu país.

“Lamentavelmente Portugal não satisfez o nosso pedido, alegando que não confia na Justiça angolana. Nós consideramos isso uma ofensa, não aceitamos esse tipo de tratamento e por essa razão mantemos a nossa posição”, enfatizou João Lourenço.

Para a defesa do ex-governante angolano, as questões relacionadas com Manuel Vicente deviam ser analisadas pela justiça angolana, apontando mecanismos previstos no Direito Internacional e nos Direitos internos em matéria de cooperação judiciária.

Fonte: ZAP

TAGGED:AngolacorrupçãoDestaqueJustiçaMundoNacionalOperação Fizzpolítica
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article Os neandertais eram marinheiros (muito antes dos homens modernos)
Next Article Astrónomos fotografam acidentalmente um exoplaneta bebé
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

Câmara Municipal de Castelo de Paiva discute apoios sociais e transportes escolares

Executivo autárquico reúne-se na próxima sexta-feira para definir verbas e o plano educativo para o novo ano letivo

Unidade de Saúde Pública deteta presença de mosquito-tigre no concelho de Marco de Canaveses

Autoridades locais reforçam medidas de prevenção para travar a proliferação da espécie…

A close-up view of a city ambulance with a red siren light and Portuguese text 'AMBULÂNCIA'
Queimaduras graves no rosto e braços levam jovem de 16 anos ao Hospital de São João

Vítima recebeu socorro em parque de lazer do Rio Paiva após manuseamento…

- Advertisement -
Ad imageAd image
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. matrícula ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?