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PSD apanha PS nas intenções de voto. Oito eurodeputados para cada um

PSD / Flickr

O eurodeputado social-democrata Paulo Rangel

A mais recente sondagem, relativa às eleições europeias, mostra que o PSD praticamente igualou o PS nas intenções de voto. Caso esta situação se confirme, cada partido deverá ficar com oito eurodeputados.

O eurodeputado Pedro Marques tem a sua vitória nas europeias ameaçada, após a sondagem de abril da Aximage mostrar que as intenções de voto do PSD e PS aproximaram-se mais que nunca. A lista do PS conta agora com 33,6% das intenções, enquanto a lista do PSD, liderada por Paulo Rangel, regista 31,1%.

Se por um lado as intenções de voto dos sociais-democratas têm vindo a subir com o tempo — aumentando dois pontos percentuais relativamente a março —, os socialistas têm visto as intenções descerem. Comparativamente com o mês passado, o PS caiu meio ponto percentual nas sondagens.

O Jornal de Negócios destaca a consolidação do terceiro lugar da CDU, a coligação eleitoral entre PCP e Verdes, com uma ligeira subida para 9,4%. As intenções de voto da lista do Bloco de Esquerda também cresceram meio ponto percentual, estando agora 8%.

A lista do CDS, encabeçada por Nuno Melo, recuou para 6,8%. No mesmo sentido, também as intenções de voto da Aliança e do PAN caíram, ambas para 1,3%.

Desta forma, a sondagem da Aximage favorece o PSD e o Bloco de Esquerda, que com estas previsões, ganham deputados em Bruxelas. Os sociais-democratas sobem de seis para oito eurodeputados, ganhando mais duas vagas. Já o Bloco, de Marisa Matias, conseguiria agora levar dois eurodeputados.

Quem fica mais a perder com esta sondagem é a CDU, que perde uma vaga, ficando assim com dois deputados no Parlamento Europeu. O Partido Socialista manteria os seus oito eurodeputados e o CDS ficaria igualmente com apenas um.

Os resultados desta sondagem mostram que a polémica das nomeações familiares para os gabinetes do Governo estão a prejudicar os socialistas, que têm vindo a descer nas intenções de voto nas últimas sondagens. Apesar disso, António Costa pede que os portugueses deem “um voto de confiança ao Governo“.

Fonte: ZAP