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Saiba o que está a acontecer em termos económicos na região Norte

O Norte de Portugal está em trajetória de convergência nacional e europeia. A Comissão Coordenadora do Desenvolvimento Regional (CCDR) divulgou esta semana os resultados do estudo referente à economia do Norte do país.

O relatório divulgou que, na última década, o Norte de Portugal apresenta uma trajetória de convergência face à media nacional.

Esta perspetiva é referente à última década. Sobre os ciclos económicos desta região, a análise constatou que, em 2003, as subregiões tinham um nível de desenvolvimento económico inferior ao da média da Região do Norte (todas, com exceção da Área Metropolitana do Porto). Todas essas registaram, entre 2003 e 2016, um crescimento económico superior à média da Região. A única exceção a esta regra é a subregião do Alto Tâmega.

A conclusão é objecto de análise na publicação “NORTE ESTRUTURA – edição Inverno de 2018”, da autoria da CCDR-N e vocacionada para a análise de tendências de médio e longo prazo da região.

PERFORMANCE DAS EMPRESAS DA REGIÃO DO NORTE DESTACA-SE PELA DESPESA EM INOVAÇÃO

Assim, de um modo geral, registaram-se acréscimos de riqueza relativamente mais acentuados nos territórios menos desenvolvidos, contribuindo desse modo para uma maior coesão territorial.

Na leitura dos indicadores de inovação e I&D, o desempenho do Norte de Portugal é equiparado ao de regiões europeias industrializadas com capitais nacionais ou regionais, como é o caso da Comunidad de Madrid, da Catalunha e da Lazio, onde se situa Roma.

Esta performance é ilustrada na edição de 2017 do Regional Innovation Scoreboard, que identifica os pontos fortes e fracos dos sistemas de inovação e coloca o Norte no mapa das regiões com a classificação “inovadora moderada +”.

Do lado mais positivo destaca-se a despesa das empresas da região em inovação não I&D, a proporção de PME com inovações de produto ou de processo, a proporção de PME com produtos ou processos inovadores desenvolvidos internamente ou os pedidos de registo de design.

Já do lado dos pontos fracos, surgem os pedidos de registo de patentes, a colaboração dos sectores público e privado na coautoria de artigos em publicações académicas ou a proporção de PME com atividades de inovação em cooperação com outras PME

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