Ao usar este site, você concorda com o Política de Privacidade e o Termos de Uso.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: 600 anos e 4 terramotos: cientistas desvendam como é que a Torre de Pisa ainda continua em pé
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. matrícula ERC número 127076

Home - Ciência - 600 anos e 4 terramotos: cientistas desvendam como é que a Torre de Pisa ainda continua em pé

CiênciaTurismo

600 anos e 4 terramotos: cientistas desvendam como é que a Torre de Pisa ainda continua em pé

Last updated: 22 de Maio, 2018
Redação
Share
3 Min Read
SHARE

(CC0/PD) Palo Cech / pexels

Era um mistério que há anos intrigava engenheiros: como é que a Torre de Pisa consegue resistir a terremotos estando tão inclinada?

Com 58 metros de altura, o campanário da catedral da cidade italiana de Pisa pende num ângulo de cinco graus, o que faz com que fique até cinco metros fora do eixo no seu topo.

A Toscana, onde fica a famosa torre, é uma região com muita atividade sísmica, assim como grande parte da Itália. Isso deve-se à confluência entre as placas tectónicas africana e euroasiática sobre a qual o país está localizado.

Desde o início de construção, que ocorreu entre 1173 e 1372, o monumento passou por pelo menos quatro grandes terremotos sem sofrer danos, mas, ao contrário de muitos outros edifícios modernos da área, a Torre de Pisa continua em pé.

(dr) Daily Mail

A Itália está no limite das placas tectónicas de África e da Eurásia

Uma equipa de 16 engenheiros da Universidade Roma Tre, na Itália, e da Universidade de Bristol, na Inglaterra, propuseram-se a desvendar este mistério, e conseguiram: a salvação da torre está no solo.

Solo macio

Depois de estudar os dados sismológicos, geotécnicos e estruturais disponíveis, os investigadores apontam que a razão para a resistência da Torre de Pisa está num fenómeno conhecido como “interação dinâmica entre solo e estrutura”, ou DSSI.

Trata-se de uma combinação entre a estrutura da torre e as características do terreno em que foi erguida. Por um lado, o solo é macio e, por outro, a torre é alta e rígida.

Esta combinação de fatores faz com que a ressonância de movimentos sísmicos seja muito menor, reduzindo os efeitos dos tremores sobre o monumento – o que, segundo um comunicado da Universidade de Bristol, foi a chave para sua sobrevivência. A Torre de Pisa detém o recorde mundial de efeitos DSSI, diz a equipa.

(CC0/PD) pxhere

Com 58 metros de altura, a torre chega a ficar 5 metros fora do eixo no topo

“Agora podemos dizer que, ironicamente, o mesmo solo que causou a inclinação da torre, e que quase a levou ao colapso, também a ajudou a superar os episódios sísmicos”, disse George Mylonakis, do departamento de Engenharia Civil da Universidade de Bristol.

Os cientistas vão apresentar os resultados deste estudo na 16ª Conferência Europeia de Engenharia de Terremotos, que será realizada em junho, na Grécia.

Fonte: ZAP

TAGGED:Ciência & SaúdeDestaqueGeologiaItáliaTurismo
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article Descoberto primeiro asteróide extrassolar que se fixou no Sistema Solar
Next Article Ferramentas de madeira encontradas em Espanha eram de neandertais
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

Penafiel abre período de candidaturas para a sua nova residência universitária

Penafiel, Portugal – Os estudantes que elegeram Penafiel para o seu percurso académico no ensino superior têm, a partir de…

Federação das Associações da Diáspora reforça rede internacional em encontro realizado em Viseu

A Federação das Associações da Diáspora (FAD) realizou, nos dias 8 e…

Cônsul honorária de Cabo Verde para os distritos de Castelo Branco, Guarda e Viseu reforça cooperação institucional entre o Rio de Janeiro e o interior português durante visita oficial à cidade maravilhosa

A cônsul honorária da República de Cabo Verde em Portugal para os…

- Advertisement -
Ad imageAd image
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. matrícula ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?