Ao usar este site, você concorda com o Política de Privacidade e o Termos de Uso.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: Alojamento local com quebras superiores a 75% no 2.º trimestre
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. Registro ERC número 127076

Home - Economia - Alojamento local com quebras superiores a 75% no 2.º trimestre

EconomiaTurismo

Alojamento local com quebras superiores a 75% no 2.º trimestre

Last updated: 27 Novembro, 2020 14:00
Redação
Share
SHARE

(CC0/PD) olafpictures / pixabay

Cerca de 80% dos titulares e gestores de alojamento local (AL) registaram uma queda de faturação superior a 75% durante o segundo trimestre de 2020, face ao mesmo período do ano anterior, revelou esta sexta-feira um estudo do ISCTE.

Esta é uma das conclusões do inquérito a 868 titulares e gestores de AL do país, promovido pelo DINÂMIA’CET – Centro de Estudos sobre a Mudança Socioeconómica e o Território, do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, noticiou esta sexta-feira a agência Lusa.

De acordo com os dados recolhidos, as regiões mais afetadas foram Lisboa e Porto, com quebras de faturação de 93% e 87%, respetivamente, seguindo-se o Algarve, com uma perda de 68%. Fora dos grandes centros urbanos, 56% dos alojamentos registaram menos 75% de faturação, porém 13% diz ter conseguido manter os números do ano anterior ou até mesmo aumentá-los.

“As regiões fora dos grandes centros, apesar da perda, foram os mais resistentes graças ao crescimento de turismo e à mobilidade interna motivada pelos receios do contágio e pela procura de territórios com uma menor densidade populacional e mais ligados à natureza”, disse, em comunicado, a coordenadora do estudo e professora do ISCTE, Sandra Pereira.

“Já o Porto e sobretudo Lisboa registaram maiores perdas de faturação na sequência da pandemia e da redução do turismo internacional”, acrescentou.

Outra questão abordada pelo inquérito prendeu-se com a dependência financeira dos titulares e gestores das unidades de AL, com 40% a indicar que o rendimento destes espaços representa mais de metade do rendimento do seu agregado e 38% a afirmar não ter outra profissão.

Rufux / Flickr

Quanto às perspetivas para os próximos meses, 46% dos inquiridos acredita que a situação voltará aos níveis pré-pandemia já no próximo ano, 28% pensam ser possível um regresso à normalidade a partir de 2022 e 12% manifestou-se mais pessimista e não acredita que a situação volte a ser como era.

Apesar das perspetivas, 74% dos proprietários tem a intenção de continuar com o AL de curta duração pelo menos até ao final de 2020. A principal alternativa, sobretudo no Porto e em Lisboa, é o AL de média duração. Já 17% pensa optar por um arrendamento de longa duração no mercado privado.

“A resistência ao arrendamento de longa duração tem múltiplas razões que se podem sobrepor: a quebra de rendimentos; a falta de confiança no Estado e na legislação de arrendamento; motivos relacionados com a vida pessoal (possibilidade de usufruto da habitação ou receio de perda de uma ocupação gratificante) ou as especificidades dos imóveis que não se adequam ao arrendamento de longa duração; perda da licença de AL ou mais valias de desafetação; manutenção dos imóveis ou motivações associadas ao compromisso temporal desta solução, que não permite uma eventual mudança de planos”, concluiu a coordenadora do estudo.

No que diz respeito ao perfil dos proprietários e gestores de AL, o estudo observou que 65% têm entre 40 e 60 anos. Nota-se também um predomínio dos empresários em nome individual (69%) e dos titulares/gestores com apenas um AL (50%; 27% com dois a três). O Algarve, por outro lado, apresenta a média de idade mais elevada, com 58 anos.

Para Sandra Marques Pereira, “a média de idades elevada pode levantar questões relativas à capacidade de reconversão profissional/ocupacional de algumas destas pessoas ou de reconversão das suas fontes de rendimento“.

Outro dado relevante – “importante, nomeadamente em matéria de políticas públicas para o setor” – é a “baixa proporção de jovens, os quais já não tiveram acesso à propriedade habitacional como as gerações anteriores, para quem este acesso terá sido, sobretudo em contexto de valorização imobiliária, um instrumento de superação das dificuldades e/ou de melhoria do rendimento”, referiu a coordenadora do estudo.


Fonte: ZAP

TAGGED:EconomiaempregoPandemiaTurismo
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article Plano de reestruturação da TAP prevê saída de 2.000 pessoas e corte de 20% nos salários
Next Article Apoios a fundo perdido. Excesso de procura bloqueia sistema
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

VIII Penafiel Racing Fest regista 150 mil visitantes em três dias

Análise de imagens de drone aponta para maior evento de motorsport urbano do norte do país, com pico de 50…

Celorico de Basto acolhe a estreia de um ciclo regional focado no apoio ao investimento

Este encontro marca o arranque de um ambicioso ciclo composto por doze…

Obras em duas vias de Santa Maria de Sardoura atendem reivindicações de moradores locais

Intervenção foca-se na Rua Nova da Cruz da Carreira e na Travessa…

- Advertisement -
Ad imageAd image
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. Registro ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?