Ao usar este site, você concorda com o Política de Privacidade e o Termos de Uso.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: Cientistas descobriram a cor mais antiga do mundo: rosa choque
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. Registro ERC número 127076

Home - Ciência - Cientistas descobriram a cor mais antiga do mundo: rosa choque

Ciência

Cientistas descobriram a cor mais antiga do mundo: rosa choque

Last updated: 11 Julho, 2018 16:07
Redação
Share
SHARE

Uma equipa de cientistas descobriu aquela que dizem ser a cor mais antiga do mundo: rosa choque.

Segundo o The Guardian, os pigmentos foram descobertos depois de os investigadores terem destruído rochas com 1100 milhões de anos encontradas num depósito marinho de xisto no deserto do Saara, na bacia de Taoudeni na Mauritânia, no oeste de África.

“É claro que podem dizer que tudo tem alguma cor”, disse o líder da investigação e professor da Universidade Nacional da Austrália, Jochen Brocks. “O que encontrámos é a cor biológica mais antiga”.

Brocks comparou a descoberta com um osso de Tiranossauro. “Também teria uma cor, seria cinza ou castanho, mas não diria nada sobre o tipo de cor da pele que o T rex tinha”.

“Se encontrássemos agora a pele fossilizada preservada de um T rex, de modo a que ainda tivesse a cor original deste dinossauro, ou seja, azul ou verde, seria incrível. Em princípio, foi o que descobrimos agora, só que ainda dez vezes mais antigo do que o típico T rex”.

“E as moléculas que encontrámos não pertenciam a uma criatura grande, mas sim a organismos microscópicos, porque os animais não existiam naquela época. Essa é a coisa incrível no meio disto tudo”, explica o investigador.

As cores foram descobertas por uma estudante de doutoramento, Nur Gueneli, que esmagou as pedras até ficarem em pó, extraindo e analisando depois as moléculas de organismos antigos da substância.

A investigadora afirma que os pigmentos encontrados são mais de 1500 milhões de anos mais antigos do que as descobertas anteriores. “Os pigmentos rosa choque são os fósseis moleculares da clorofila que foram produzidos por antigos organismos fotossintéticos que habitavam um oceano antigo que há muito desapareceu”, explica a investigadora em comunicado.

Os investigadores Amber Jarrett e Jochen Brocks

De acordo com o jornal britânico, a investigação foi apoiada pela Geoscience Australia, conduzida pela Universidade Nacional da Austrália (ANU) e realizada por cientistas dos EUA e do Japão. As rochas foram enviadas para a universidade por uma empresa petrolífera que procurava petróleo debaixo das rochas e da areia do deserto do Saara há cerca de dez anos, conta Brocks.

“Eles perfuraram um buraco com centenas de metros de profundidade e atingiram um xisto profundo, preto e oleoso”, disse. “Acabou por ter 1100 milhões de anos, o que é absolutamente incrível“.

Brocks acrescenta que a descoberta “não é apenas “apenas incrível por haver coisas tão antigas cor-de-rosa”, mas também porque ajuda a resolver um “grande enigma da vida” – porque é que criaturas grandes e complexas apareceram tão tarde na história da Terra.

Enquanto a Terra tem cerca de 4600 milhões de anos, as criaturas parecidas com animais e outras coisas maiores, como as algas marinhas, surgiram há apenas 600 milhões de anos. Quando os investigadores analisaram a estrutura da molécula rosa, foram capazes de descobrir o que os havia produzido – cianobactérias minúsculas.

“Estavam no fundo da cadeia alimentar”, explica. “No oceano moderno, temos algas no fundo da cadeia alimentar. As algas microscópicas ainda são muito pequenas mas também são mil vezes maiores do que as cianobactérias”.

“Precisamos destas partículas maiores como fonte de alimento para as criaturas maiores evoluírem. Olhando para as nossas moléculas, fica claro… não havia fonte de alimento para criaturas maiores. Isto resolve uma questão muito antiga”.

TAGGED:ciênciaCiência & SaúdeDestaquePaleontologia
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article O aquecimento global pode ser o dobro do que os cientistas previam
Next Article CP diminui oferta de viagens por falta de comboios
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

trees on fire

Incêndio em Penafiel revela canil ilegal com 15 cães resgatados e animais mortos em Luzim

Autoridades resgataram 15 cães da propriedade onde foram encontrados cadáveres de cavalos carbonizados

Os 900 anos de Portugal merecem esta ambição

Estamos perante um momento raro, daqueles que acontecem apenas uma vez em…

Bolsa Rubina Barros regressa em 2026 para apoiar jovens investigadores em oncologia

A iniciativa dirige-se a investigadores de nacionalidade portuguesa, titulares de licenciatura, mestrado…

- Advertisement -
Ad imageAd image
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. Registro ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?