Ao utilizar este site, concorda com a Política de Privacidade e com os Termos de Utilização.
Accept
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
Font ResizerAa
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Reading: Governo indica aumentos salariais no privado de 2,7% para 2020
Share
Font ResizerAa
De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Economia
  • Mundo
  • Política
  • Regional
  • Sociedade
Pesquisar
  • Home
  • Regional
  • Nacional
  • Saúde
  • Outras Notícias
  • Estatuto Editorial
Follow US
© 2025 Paivense - Todos os direitos reservados. Registo ERC número 127076

Home - Economia - Governo indica aumentos salariais no privado de 2,7% para 2020

EconomiaPolítica

Governo indica aumentos salariais no privado de 2,7% para 2020

Last updated: 27 Novembro, 2019 17:55
Redação
Share
SHARE

António Cotrim / Lusa

O ministro Adjunto e da Economia, Pedro Siza Vieira

O Governo defendeu hoje que os parceiros sociais devem chegar a um compromisso para que os aumentos salariais no setor privado fiquem acima da inflação e da produtividade, apontando para 2,7% no próximo ano.

Segundo um documento distribuído na Concertação Social, o Governo sublinha que a manutenção do poder de compra e os ganhos de produtividade estimados “requerem aumentos anuais dos salários nominais até 3,2% em 2023“.

As previsões atuais “apontam para crescimentos salariais ligeiramente acima do crescimento da inflação e da produtividade”, destaca o executivo. O Governo aponta valores de 2,7% para 2020, de 2,9% para 2021 e 2022 e de 3,2% para 2023.

À saída da reunião da Concertação Social, o ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, Siza Vieira, explicou que os números apontados pelo Governo são “estimativas” para a produtividade e inflação e por isso poderão não corresponder à realidade.

O objetivo do Governo é que os salários cresçam acima da soma da inflação e da produtividade, mas “é evidente que, se a economia crescer menos, se calhar os salários não crescerão tanto”, já se a economia crescer mais, devem ser criadas “condições para que os salários cresçam mais”, afirmou o ministro.

Questionado sobre se será ou não criado um referencial para os aumentos dos salários no privado, Siza Vieira apontou que “mais do que ter um referencial fixo, idêntico para todos os setores, e para valer por quatro anos, é preciso encontrar metodologias para que as empresas, as associação patronais, os sindicatos, na negociação coletiva, em cada ano, possam ter um objetivo e um referencial”.

“O que podemos acertar [na Concertação Social] é uma metodologia que permita monitorizar como é que a produtividade e a inflação vão decorrer e como é que daí podemos extrair indicações para que, no exercício da contratação coletiva, as empresas e os sindicatos possam ter objetivos para a fixação dos salários“, especificou o ministro da Economia.

Siza Vieira afastou ainda a possibilidade de aplicar a mesma metodologia para os salários da função pública, considerando que são “matérias diferentes”.

“A valorização salarial na função pública é algo que está contemplado nas políticas para os próximos anos que passam por um conjunto de medidas que têm vindo a ser aplicadas e que vão continuar a ter concretização salarial significativa”, defendeu o governante.

Da parte das confederações patronais, o presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP), Vieira Lopes, considerou que “esta é uma via positiva”, já que tem em conta os indicadores económicos para definição de aumentos salariais.

“Nós aceitamos [que os aumentos] sejam acima da inflação e da produtividade. Não aceitamos é que sejam fixados números arbitrariamente e deve-se por isso, por ano, definir-se um ou dois pontos percentuais acima”, disse Vieira Lopes.

Já o presidente da CIP – Confederação Empresarial de Portugal, António Saraiva, afirmou não estar disponível para fixar um referencial fixo para aumentos salariais.

“Em termos de contratação coletiva é em cada mês, a negociar, contrato coletivo a contrato coletivo, com as associações respetivas e os seus sindicatos que terá de ser encontrada a forma [para aumentar salários]”, sustentou António Saraiva.

Por sua vez, para o líder da UGT, Carlos Silva, os números apresentados pelo Governo são “um bom indicador”, lembrando que o referencial defendido pela central sindical para a negociação coletiva deveria fixar-se entre os 3 e os 4%.

O secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, considerou que as contas do Governo apontam para um referencial “curtinho, insuficiente” quando comparado com o aumento do salário mínimo nacional, que subirá 5,8% para 635 euros em 2020.

Fonte: ZAP

TAGGED:DestaqueEconomiaempresasGovernopolítica
Share This Article
Email Copy Link Print
Previous Article Bruxelas deixa ultimato. Portugal tem um mês para corrigir imposto sobre carros importados
Next Article Equipa Local de Intervenção precoce completa 1 ano de apoio a crianças em Castelo de Paiva
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Outras

Alberto S. Santos: Sempre que a frase ficava “bonita demais”, eu perguntava: isto fere ou adormece?

Entre o realismo documental e a poética da sobrevivência, o autor explica como a burocracia se tornou um instrumento de…

Corpo encontrado no rio Douro junto ao Cais da Sardoura

O corpo de uma pessoa foi encontrado, na manhã desta quarta-feira, no…

Castelo de Paiva: Município inicia requalificação por fases do Pavilhão Municipal

A Câmara Municipal de Castelo de Paiva deu início a um plano…

- Advertisement -
Ad imageAd image

Você também pode gostar

Nova vacina ataca todas as quatro espécies de ébola que infetam humanos

PAHO / WHO Uma nova vacina contra as quatro espécies de ébola que infetam os seres humanos passou com distinção…

A circulação dos oceanos diminuiu drasticamente (e a culpa não é do aquecimento global)

(CC0/PD) Mariamichelle / pixabay O aquecimento global não é a causa da desaceleração do Oceano Atlântico. Este declínio é, na…

Governo não deve autorizar mais pagamentos ao Novo Banco “sem saber o que se passa”

Luís Forra / Lusa A coordenadora do Bloco de Esquerda (BE) disse, este sábado, que “o Governo não deve autorizar…

Um ano depois, Mutualista Montepio ainda tem estatutos desatualizados

Rodrigo Antunes / Lusa Um ano depois da entrada em vigor do novo Código das Associações Mutualistas (CAM), a Associação…

De Castelo de Paiva para todo Portugal! logo paivense

Regional

  • Castelo de Paiva
  • Cinfães
  • Paredes
  • Penafiel
  • Tamega e Sousa

Cotidiano

  • Desporto
  • Economia
  • Educação
  • Mundo
  • Política

Saúde

  • Ciência
  • Coronavírus
  • Medicina
  • Saúde e Bem Estar
  • Saúde Pública

Cultural

  • Arte
  • Carnaval
  • Cultura
  • Literatura
  • Música

Mais

  • Beleza
  • Curiosidade
  • Internet
  • Opinião
  • Sociedade

Visão: Relevância, verdade, agilidade, credibilidade e eficiência / Contacto: info@paivense.pt / mf@pressmf.global

De Castelo de Paiva para todo Portugal!De Castelo de Paiva para todo Portugal!
© 2025 Paivense – Todos os direitos reservados. Registo ERC número 127076
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?